Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo
Tema: Prós e contras do excesso de automóveis em circulação
Hoje, um dos maiores problemas enfrentados pelas grandes cidades são os congestionamentos, que tiram o sono de muitas pessoas. Isso é fruto do excesso de carros nas ruas e da falta de investimentos por parte do poder público em um país em que suas cidades estão despreparadas estruturalmente para comportar tamanha demanda automotiva.
Com a melhora da economia do país, a liberação de crédito ficou mais fácil, o que aumentou a demanda de carros zero nas concessionárias. Porém, as próprias cidades ainda não tinham estrutura suficiente para a circulação fácil e rápida desses veículos pelas ruas e, com isso, apareceram com mais freqüência os, ainda não tão conhecidos, congestionamentos, que viraram uma enorme dor de cabeça para muita gente. Para resolver todo esse problema, é preciso bom senso do governo para realizar as obras necessárias ao bom funcionamento do trânsito nas grandes cidades.
O aumento de carros, em parte, tem seu lado bom, porque a frequente comercialização dos mesmos mostra que a economia do país está crescendo, o que reflete no aumento do poder aquisitivo da população. Entretanto, o lado ruim de tudo isso é, como já foi dito, o excesso de veículos nas ruas de cidades sem estrutura suficiente, mas também os danos ao meio-ambiente causados pela emissão de gases poluentes provenientes dos combustíveis queimados por eles.
Portanto, é preciso a imediata intervenção do governo para que as cidades possam se reestruturar para comportar o crescente fluxo de carros. Além disso, é necessário conscientizar, não só as pessoas para que passem a usar com mais freqüência o transporte público para aliviar o trânsito, mas também as montadoras para que comecem a produzir veículos menos poluentes para diminuir a agressão cometida contra o meio-ambiente por seus produtos. A mudança é necessária o mais rápido possível, antes que a invenção que veio para facilitar a vida das pessoas seja responsável pela sua interrupção.
Fernando Augusto Bertolino Storto, 19.
A FACILIDADE QUE COMPLICA
Postado por Denise de Oliveira Bertolino BraidoAÇÃO EFETIVA
Postado por Denise de Oliveira Bertolino BraidoModalidade: Dissertação
Técnica: Método dedutivo — análise de causas e consequências
Tema: O apagão e as matrizes energéticas.
O aquecimento global deixou de ser apenas um alerta futuro para revelar-se um problema atual e imediato. Ou seja, com o consumismo elevado das fontes de energia disponíveis no globo, o planeta está sendo destruído drasticamente. Por isso, muitos buscam conscientizar os seres humanos para diminuir os gastos para garantir a vida de gerações futuras. Porém, não basta ter ideologias, é preciso agir para obter resultados.
Não é raro ocorrer, nos dias atuais, acidentes ambientais, como furacões, elevadas temperaturas e grandes secas; além, é claro, de apagões devido à racionalização da água. Assim, todo indivíduo sabe dos enormes riscos que está correndo e tem conhecimentos para impedir que os impactos ambientais piorem a vida na Terra futuramente. Todavia, as diversas campanhas de conscientização não estão surtindo efeito significativo, pois o ser humano espera que os outros façam por ele o necessário para amenizar o aquecimento global. Isto é, “faça o que digo, e não o que faço”. Dessa forma, o empecilho não está na falta de ideologia, e sim, na falta de mudanças para que se tenha o efeito esperado.
Além disso, ser consciente e diminuir o uso das fontes energéticas e matérias-primas, como a borracha e a madeira, é economicamente inviável. Isso porque o consumo não pode parar em nenhum instante, pois geraria crise, não só nacional, mas também mundial, como a crise de 1929. A economia mundial é como uma engrenagem: ela necessita de todas as peças para funcionar bem; mas se uma peça falha, prejudica a máquina toda. Por essas e outras razões os Estados Unidos não assinaram o Tratado de Kyoto, que propunha diminuir a emissão de gases poluentes, como CO2, sendo necessária uma paralisação de importantes indústrias. Ou seja, para o homem, o importante é viver o presente sem se importar com o futuro.
Portanto, não é necessária apenas a conscientização e, sim, agir de forma imediata e eficaz. Mesmo porque as pessoas se importam com o agora e não com o depois. Aliás, o mundo não se tornou o que é por meras ideologias e, sim, por ações que delas sugiram.
Ana Laura Furlan Blanco, 18.
