Tema: Os valores morais e sua importância na sociedade
Modalidade: dissertação
argumentativa
Método:
dedutivo/ contra-argumentação
Os iluministas, que surgiram no contexto da Revolução Francesa, foram
árduos defensores dos valores humanos, já que a frase que concretizou o seu
movimento é: “Liberdade, igualdade e fraternidade”. Esses pensadores
acreditaram que tais valores deveriam ser colocados acima de tudo. Eles são os
elementos que determinam a integridade de uma sociedade e o bom funcionamento
do Estado.
Valores como honestidade, liberdade, respeito, entre outros, são
essenciais numa sociedade. Eles fazem com que se possa viver e evoluir
tranquilamente, sem a preocupação de ser golpeado. Com o bom funcionamento da
sociedade, o Estado também evolui, pois sabendo-se que a população não possui
má índole, é possível investir em outros pontos senão polícia, cadeias, como em
educação e geração de empregos. Desse modo, no momento em que a sociedade se
modificar, ela estará ajudando a si mesma.
No entanto, existem aqueles que defendem que os valores morais são
impostos pela sociedade e não passam de “regras de etiqueta”. Logo ao nascer,
tais valores já começam a ser incorporados pelos seres, e eles não possuem a
liberdade de escolher se vão ou não acatar essa imposição. Ou seja, os valores
se tornam imorais, pois ferem a liberdade.
Ainda assim, os valores são transmitidos de geração em geração, ou seja,
estão agregados na cultura. Nos países jovens e subdesenvolvidos, o nível
intelectual e cultural das pessoas é baixo. Isso faz com que os valores
agregados sejam ruins, gerando a violência. A sociedade se torna bárbara e a
única solução encontrada pelo Estado é a supressão dessas pessoas pela
violência, superlotando prisões e diminuindo a qualidade de vida. Para
solucionar tal problema, deve-se investir em educação, elevando o nível
cultural e moral da sociedade.
É necessário que as pessoas deem mais valor àquilo que lhes foi ensinado
quando crianças. A adoção de práticas simples, como respeito ao próximo e a
gentileza podem ajudar uma sociedade a melhorar, pois quando há valores, há
justiça e, quando ela existe, nada mais se tem a temer.
Aluno: Guilherme Polizel, 16.
Modalidade: narração
Tema: inspiração em “A Pequena vendedora de fósforos” – H.
C. Andersen
Título: Talento no
semáforo, mas azar na vida
Todo santo dia, uma pobre menininha de 10 anos de idade, chamada
Fernanda, passa o tempo todo no semáforo, fazendo malabarismo para tentar
ganhar uns trocados, pois isso é o seu ganha pão.
Ela vive na cidade do Rio de Janeiro, na favela da Rocinha, onde, junto
com seus 3 irmãos, fazem de tudo para sobreviver.
Fernanda não estuda porque seus pais não têm dinheiro para sustentar a
própria família. Desta forma, obrigam-na a ir trabalhar, fazendo malabarismos
no semáforo. A sua vida não é nada fácil, pois além de ter que ficar o dia
inteiro trabalhando em péssimas condições, como embaixo de um calor de 40
graus, perigo de ser atropelada, xingada ou até espancada, se ela voltar para
casa sem nada, ainda apanha.
Essa menina não é a única que passa por isso, pois no nosso país e também
no mundo todo existem muitas crianças, jovens e adolescentes que são proibidos
de estudar para trabalhar e juntar dinheiro para sustentar toda a família, com
comida, água, eletricidade e moradia. Eles não têm acesso à educação, lazer e
até são excluídos da sociedade.
Fernanda tem as mesmas vontades de uma menina da elite, como: estudar, ir
ao shopping, comprar roupas, perfumes, jóias, ter um computador, um celular e
muitas outras coisas, mas ela é impossibilitada de tudo isso, porque nosso país
é desigual e vivencia o problema da má distribuição de renda, em que pouco está
nas mãos de muitos e muito está nas mãos de poucos.
Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16.
