APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

CONTEÚDO

Modalidade: dissertação argumentativa
Tema: Beleza e padrão estético



A ditadura da beleza assombra a maioria da população mundial. De fato, algumas pessoas conseguem manter o corpo próximo do modelo estipulado pela mídia. Porém, isso não é sinônimo de saúde e muito menos condição para ser considerado realmente muito belo. Pelo contrário, os seguidores dessa corrente são vítimas da moda.
O belo exibido nos meios de comunicação de massa não condiz com a realidade do povo. Nas passarelas, as modelos magérrimas são símbolos da perfeição, o que provoca na cabeça das mulheres comuns a ideia de que apenas são admiradas aquelas que conseguem seguir a tendência. Contudo, a sociedade aderiu a hábitos alimentares de fast foods, por exemplo, comuns em países globalizados, o que faz aumentar o número de pessoas obesas. Talvez seja exatamente por isso que os magros são tidos como elegantes.
As diferenças mostram que é extremamente frustrante valorizar apenas um biotipo. Essa obsessão em perder peso pode gerar muitas doenças, entre elas a anorexia, presente, principalmente, entre as referidas perfeitas modelos. Bonito de verdade é um ser humano saudável, capaz de cuidar de si mesmo, respeitando sua formação óssea e suas curvas, sem se deixar alienar ou se envolver em cirurgias plásticas perigosas. Bonito de verdade é o sorriso estampado no rosto de quem não se sente mal em dispensar os conselhos da mídia.
Pode ser muito difícil diferir entre o que é imposto pela publicidade e o que é importante de verdade. É preciso lembrar que a bondade, os valores e a inteligência são fatores chaves para alcançar sucesso na vida profissional e amorosa. O corpo em si é somente um invólucro, pode-se mudá-lo, mas o conteúdo será sempre mais importante que a capa.
Portanto, cabe a cada indivíduo o exercício de pensar sobre suas verdades. Além disso, cabe a ele também a esperteza de esperar a moda mudar, porque tendências ressurgem como retrô.


Aluna: Letícia Bezerra Franco, 19.

Data: 19/04/13.

A FERA DEVE PERMANECER PRESA

Modalidade: dissertação argumentativa

Tema: Liberação da Maconha



A liberação das drogas vem, por muito tempo, sendo exigida, principalmente por jovens, como os da geração de Woodstock, da década de 60. A maconha talvez seja uma das mais calorosamente defendidas, devido aos seus efeitos relaxantes e até mesmo considerados terapêuticos. Mas pesquisas recentes provam que seu uso é tão danoso ao organismo quanto o das outras drogas; logo, sua legalização não pode acontecer tão cedo.
Apesar dos momentos de prazer que proporciona, a maconha diminui progressivamente a qualidade de vida de quem a usa. Ela afeta as sinapses, comunicações entre neurônios, reduzindo, em média, 8 pontos de QI de seus usuários, que também apresentam problemas de memória em 60% dos casos. Por isso, não seria correto permitir o livre comércio de algo que prejudica os humanos dessa forma.
Há, no entanto, aqueles que acreditam que a maconha tenha os mesmos efeitos das outras drogas legais, como álcool ou tabaco. Assim, competiria a cada um decidir se deseja usar a droga, mesmo sabendo dos seus males. O problema é que as sinapses comprometidas pela maconha não se reconstituem com o tempo, diferentemente do álcool e do cigarro que, quando cortados da rotina, tendem a ter seus efeitos atenuados. Logo, por provocar danos permanentes, ela não deveria ser legalizada.
O uso da maconha também está ligado a doenças mais graves. Usuários têm duas vezes mais chances de desenvolver depressão e quase quatro vezes mais chances de ter esquizofrenia. Para evitar esses problemas, a única solução é não usar a droga, já que não há cura para danos neurológicos desse tipo. A proibição de seu comércio é, assim, a melhor e talvez a única maneira de evitar todos os transtornos causados por essa erva maldita.
A maconha prejudica a vida do usuário, sua família e toda a sociedade à sua volta, devido ao tráfico. Proibida, há menores chances de que as pessoas venham a consumi-la, e essa é a única forma de evitar que ela leve à ruína a vida de muitos brasileiros.


Aluno: Rafael Lameiro, 17.