APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

O MELHOR CAMINHO

Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo — argumentação pelo absurdo (ironia)
Tema: A dificuldade de ser um político honesto



A maioria da população não gosta dos políticos ou, no mínimo, não confia neles. Mas essas pessoas não sabem o quão difícil é ser honesto na esfera política. São muitos os desafios, como por exemplo, o de recusar a propina que seria de quantia suficiente para pagar sua casa na praia, ou de usar o dinheiro dos impostos para melhorar a vida do povo ao invés da sua família. O político deve pensar nele em primeiro lugar.
Outra grande injustiça é que os próprios eleitores votaram sem serem obrigados e depois reclamam de serem enganados. Os políticos prometem por prometer, falam o que o povo quer ouvir, fazem o que qualquer pessoa faria se quisesse vencer uma eleição. Afinal, mais difícil que ser honesto é parecer honesto, parecer indignado e se fazer de desentendido quando uma trama de corrupção é descoberta e ser reeleito depois de desmascarado. Tudo isso exige grande disciplina e maestria.
No entanto, mentir, negar, enganar exige esforço físico e mental e é por isso que os políticos também usam o dinheiro público para pagar suas férias no exterior. Nada mais justo. Afinal, quem deixou o político estressado foi o povo, então é povo quem deve pagar sua viagem.
Pensando assim, é fácil perceber o quão difícil é ser um político honesto. As tentações são muitas e os benefícios que a corrupção traz para eles são maiores que a vontade de ajudar a população que sofre de desemprego, fome, falta de moradia e assistência médica. É muito melhor levar uma vida tranquila do que lidar com problemas como a violência, tráfico de drogas, prostituição e exploração de menores. Enfim, é mais fácil seguir o caminho que dê prazer próprio, ao que ajudaria a milhões de pessoas a mudarem de vida.


Isabella Becerra Franco, 19.




Proposta: descrição de ações mínimas (desalienação dos sentidos)
Modalidade: prosa descritiva
Tema: O ato de beber um copo d’água.




Com muita sede vou à cozinha em direção ao armário e toco na maçaneta fria. Abro o armário pego o copo e sinto a sensação fria do vidro. Direciono-me ao filtro, aperto a torneira de água fria. Enquanto o copo enche, a sensação gelada vai aumentando, levo o copo à boca, sinto o vidro frio nos lábios e a água fria, refrescante e insípida a descer pela garganta, saciando a sede que tive outrora.

Otávio Santos, 16.