APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

VIDA BOA

Modalidade: dissertação argumentativa
Tema: Festa do peão: diversão sadia ou imoralidade?



Quase sempre perto de grandes festas do peão, uma pergunta vem à tona: os bois que fazem parte do espetáculo são tratados de forma cruel, sofrem maus tratos? A resposta para isso é muito simples: estes bois são melhores tratados do que muitas pessoas jamais serão. Naturalmente, pessoas que não entendem deste assunto é que fazem essa pergunta.
Os bois de rodeio até podem sofrer um pequeno estresse enquanto estão no ápice do espetáculo, mas logo após o término, eles são levados para fazendas de concentração que não ficam devendo para alguns “spas”. Além de receberem uma alimentação balanceada, os animais ainda contam com piscinas para desestressar.
Diferente das touradas espanholas, os animais não são feridos ou mortos, Tanto é a diferença que nos rodeios foram criadas várias leis a favor dos bois, como a proibição de qualquer instrumento cortante, como esporas ponteagudas. Outro exemplo são as fazendas de abate que, não importando a idade dos bois, se chegarem ao peso ideal, são sacrificados e, às vezes, de modo cruel.
Os rodeios são feitos por companhias multimilinárias, que disponibilizam empregos para centenas de pessoas e erguem a economia das cidades. No Brasil, o rodeio tem se tornado tradicional tanto quanto o futebol, não podendo simplesmente acabar. E para aqueles que ainda têm dúvidas, devem pesquisar mais sobre a vida dos bois além dos bretes.


Felipe Barbosa, 19.


Data: 19/09/13