Tema: O importante não é dar o peixe, mas ensinar a pescar.
Modalidade: dissertação
argumentativa.
Desde os primeiros passos do homem na Terra, ele só conseguiu evoluir
quando impasses ou obstáculos apareceram. Assim, quando alguém encontra um
dissabor em sua vida e nos pede ajuda, o certo é ensinar a solucionar o
problema e não dar a solução pronta.
O fato de quando uma pessoa está frente a um problema e esse é resolvido
sem qualquer esforço dela, é um incentivo ao comodismo. O que era uma situação
incômoda que traria oportunidade de a pessoa evoluir, perde todo o seu valor e
sua importância quando o outro resolve facilmente.
Entretanto, ensinar alguém sem lhe dar nenhum suporte é inútil. Nenhum
aluno consegue entender a matéria se não tiver o material em mãos. Então , ao
ensinar a pessoa, também devemos dar o peixe, porém que esse peixe seja algo
que o incentive a progredir e não a ficar acomodado.
Se um mendigo receber alimento de graça, todos os dias, sem um mínimo de
esforço, isso se tornará uma situação cômoda para ele. Agora, se ele receber o
alimento somente se trabalhar o dia inteiro, ele aprenderá com seu próprio
esforço.
No mundo, sempre existirão pessoas que necessitam de auxílio, e pessoas
que podem ajudá-las. Cabe a elas ajudarem de um modo evolutivo, de forma que
quem está em uma situação difícil, saia dela com o seu próprio esforço, para
assim valorizar o que tem.
Aluno: Henrique Buzzo, 18.
Modalidade:
Narração
Tema: Ressaca
Título: Festas,
embora boas, são problemáticas
Em um belo domingo do mês de outubro, acordo com uma ressaca terrível,
pois no sábado eu tinha ido a uma festa. Foi complicado até que eu abrisse meus
olhos e me levantasse da cama, pois a dor de cabeça e o cansaço eram fortes.
Depois de um tempo, eu consigo ficar de pé e vou direto para a cozinha fazer
alguma coisa para comer, mas como eu estava com muita fome, preparei três ovos
rapidamente.
Saciada minha fome, tomei um banho para tirar a tristeza e moleza do
corpo.
Vou para meu quarto me trocar, mas ao bater o olho no relógio, me
espantei ao ver que já eram 5 horas da tarde.
Eu tinha descontrolado meu tempo totalmente, precisava ajustar isso.
Achei uma solução fácil para o problema, ir ver televisão até às 7 e voltar a
dormir.
Ao dar o horário, me deito na cama novamente e paro para pensar. Festas
são como mundos paralelos, pois ao entrar em uma, a pessoa foge da realidade e
fica curtindo uma coisa incrível e incontrolável, em que o tempo passa sem
perceber.
No outro dia, minha vida tinha voltado ao normal, acordando às 6h30 da
amanhã para ir à escola. Foi nessa manhã que eu recebi a bronca da minha mãe:
_ Nunca mais volte para casa depois de uma festa às 8 horas da manhã,
ouviu bem?
_ É claro que ouvi.
Espantei ao ouvir isso, pois eu não lembrava o horário em que eu tinha
voltado. Fazendo as contas, eu tinha ficado 13 horas na festa.
Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16.
