APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

VIVER ISOLADO? NÃO DÁ!


Modalidade: dissertação argumentativa
Tema: Nenhum homem é uma ilha


                                                                              

Nenhum homem pode ser capaz de viver isolado de tudo e de todos, como uma ilha. Temos a necessidade de fazer parte do meio social, pois aquele que se isola do mundo não consegue se socializar com as pessoas. De certa forma, isso de fato é um grande problema, que preocupa o mundo e ainda mais o mercado de trabalho.
Uma pessoa que se isola não consegue ter uma vida sociável, não sabe como é ter convivência com outras pessoas, não expressa seus sentimentos, seus pensamentos e se limita a seu próprio mundo. Em consequência disso, quem vive isolado nem por isso se torna independente e, sim, pode se tornar uma pessoa fria e egoísta.
O que preocupa o mercado de trabalho é exatamente isso, porque antes de qualquer coisa, em uma entrevista de emprego, o empregador busca fazer uma dinâmica com seus candidatos com a intenção de observar aqueles que se destacam com mais facilidade ao trabalhar em grupo, valorizando quem sabe se relacionar bem com os outros. Deve-se considerar que alguns projetos só se concretizam com a dinâmica, o trabalho em grupo, com direitos e deveres afins. Pode-se citar como exemplo uma agricultura em que seus agricultores se juntam em cooperativas, buscando negociar com indústrias e exportadoras para conseguir bons preços para seus produtos, o que um agricultor individualmente não conseguiria.
Por fim, ninguém é capaz de socializar sem que haja convivência com outras pessoas, tanto em sua vida particular, quanto no trabalho. E para conseguirmos essa socialização, devemos parar de tentar ser independentes sozinhos e unirmos mais, compartilhando tudo o que for possível.

Aluno: Camila Branco Cordeiro, 17.