APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

ÁRVORES DA ALIENAÇÃO

Proposta: Crônica a partir de palavra-tema
Modalidade: crônica dissertativa
Palavra-tema: árvore



Como o Brasil consegue ser tão hipócrita quando o assunto é o meio-ambiente?
Usam a mídia para alienar as pessoas, criando uma imagem de que não há desmatamento no país, ou de que ele está quase sendo erradicado.
A cada momento, árvores que deveriam ser preservadas em seu lugar, dando, assim, continuidade ao ciclo de vida que existe na floresta, são derrubadas sem pudor algum, por apenas um motivo: dinheiro.
A política brasileira “fecha os olhos” para o que acontece na Amazônia. O ser humano ainda não colocou na consciência que, se acabarmos com a floresta Amazônica, o continente inteiro da América do Sul será prejudicado, o que dirá do mundo.
Medidas precisam ser tomadas, antes que seja tarde demais.


Aluno: Henrique Afonso Garcia Buzo, 16.





Modalidade: Dissertação argumentativa
Técnica: método dedutivo/ conta-argumentação
Tema: A lei da palmada


Título: SEGREGAÇÃO DE FUNÇÕES


As eleições presidenciais de 2011 foram marcadas pelo surgimento de diversos assuntos polêmicos no âmbito da ética e da moral, os quais foram intensamente discutidos durante os debates políticos. Dentre eles, destacou-se a criação da chamada “lei da palmadinha”, a qual proíbe o uso de palmadas como meio de educar os filhos. Esta lei representa uma interferência injustificável do Estado na vida particular de cada família brasileira.
Cabe aos pais utilizar-se do convívio diário para conhecer seus filhos de modo profundo e, partindo deste conhecimento, decidir qual atitude tomar em momentos que exijam pulso firme e, até mesmo, punições a ações indevidas das crianças. Cabe, também a eles, o ensinamento da relação causa-consequência, de modo que seus filhos aprendam que as atitudes boas são recompensadas e a ruins são punidas. Eis uma lição que se deve levar por toda a vida, não só pelos filhos, mas, também, pelos pais.
Criar uma lei que proíba a punição física, aliás, é desnecessário e ineficaz para a proteção das crianças. Assim como a lei Maria da Penha é, constantemente, desrespeitada, é pouco provável que a lei da palmada seja rigorosamente cumprida. Outro problema é que muitas pessoas podem fazer um mau uso da ferramenta “denúncia” que lhes é dada, prestando queixas infundadas para complicar a vida de pessoas não queridas. As próprias crianças são tentadas a utilizar a lei como “arma” contra seus pais, fazendo uso dela para “justificar” suas más-criações.
Embora seja evidente a existência de outros métodos mais aconselháveis de educar as crianças que a violência física (tais como o diálogo e o carinho), há também aqueles que utilizam a violência verbal para chantagear, iludir ou humilhar as mesmas. Isso prova que há outros modos de trazer consequências negativas além da palmada ou talvez até mais graves que esta.
Cabe ao governo assegurar que os direitos humanos sejam cumpridos, seja quanto às crianças, seja quanto a adultos. A criação de leis particularizantes só faz surgir confusões, principalmente quando há cerceamento da autoridade da família. A esta cabe, aliás, agir de acordo com as leis já existentes e, acima de tudo, de acordo com os valores éticos e morais correspondentes à sua função social: proteger, amar e preparar as crianças para a vida deve, pois, ser sua prioridade.

Raíssa A. Vieira, 16.