APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

O PODER DE DESTRUIÇÃO DO HOMEM

Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo — análise de causas e conseqüências (causas das causas e consequência das consequências)
Tema: O desequilíbrio ecológico



O desequilíbrio ecológico no Brasil já alcança níveis preocupantes e, mesmo assim, quase nenhuma atitude foi tomada quanto às queimadas e desmatamentos descontrolados, ao crescente aumento do uso de combustíveis fósseis e à retirada irresponsável da vegetação original dos morros para a construção de moradias irregulares. As pessoas, quando na verdade deveriam proteger e cuidar do meio ambiente, estão tratando-o com negligência e desrespeito. Por conta disso, os prejuízos já se fazem presentes na vida de muitos brasileiros.
As causas desses problemas revelam o pouco comprometimento do governo e dos próprios cidadãos em somar os prejuízos. Por exemplo: não há fiscalização enérgica para evitar que aqueles que, por ambição, derrubam matas e provocam queimadas a fim de obter pastagens para o gado e árvores para o comércio ilegal de madeira. Sem a floresta original, as espécies nativas podem ficar sem habitat natural e, por consequência, serem extintas.
Outra preocupação é o crescimento da frota de veículos que causa aumento de CO2 no ar. E o efeito estufa, que antes permitiu a vida, a manutenção dela por reter calor, agora, devido ao excesso de gases poluentes, provoca o aquecimento global. O aumento da temperatura em poucos graus é suficiente para alterar o ciclo das chuvas, derreter as geleiras, aumentar o nível dos oceanos e outras catástrofes ambientais.
Por fim, esta é a situação de desamparo e exclusão social que leva muitas famílias a habitarem lugares perigosos, como os morros. Em razão da retirada da vegetação, as chuvas causam deslizamentos de terras e casas, deixando perdas materiais e humanas, que trazem dor e sofrimento para o povo.
Diante do exposto, torna-se clara a necessidade da criação de leis ambientais mais severas, o incentivo ao uso de transporte coletivo e a assistência por parte do governo às pessoas de baixa renda sem moradia. Ainda assim, a colaboração e a educação de cada pessoa para com o meio ambiente continuam sendo as medidas mais importantes e eficientes para sanar o desequilíbrio ecológico.


Isabella Becerra Franco, 19.






Proposta: descrição de objeto – advinhe que sou?
Tema: livre


Título: Descubra se puder


Sou tristemente esquecida, às vezes por descuido dos que me usam, e, como meio de reclamação faço um barulho que sempre os irrita muito ou tira sua concentração, fazendo com que se lembrem de minha metálica existência.
Tenho grande utilidade no mundo todo, existindo muitas de mim em cada casa.
Não sou sozinha, por trás de minhas paredes há milhares de primos meus. Primos, porque não são da mesma espécie que eu, mas nenhuma de minhas irmãs e irmãos funcionaria sem eles.
Posso ser de vários formatos: grandes, pequenas, douradas, prateadas. Hoje em dia, até com sensor ou pequenas alavancas. Meu corpo tem curvas, não tenho pés, nem dentes e nem cabelos. Tenho normalmente uma cabeça, ou duas, que me fazem chorar pelos olhos que não tenho.
No frio, me regulam para que eu faça a vontade de todos na casa, mas sempre tem um “do-contra” que muda todos os meus planos.
Eu funciono muito bem, sou difícil de quebrar e fácil de ser encontrada.
Só lhe peço uma coisa: preste atenção depois de me usar!


Quem sou?


Lara Júlia Kitagawa, 16.
uma torneira