APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

ARQUIPÉLAGO


Modalidade: dissertação argumentativa

Tema: Nenhum homem é uma ilha



Filósofos dizem que o mal do século XXI é a solidão. Apesar da sociedade atual ser caracterizada como individualista, egocêntrica e dependente das redes sociais, nenhum homem consegue viver exatamente sozinho.
Desde a Idade da Pedra, os ancestrais do ser humano perceberam que vier em bando tinha muitas vantagens. Dentre elas, proteção, contra os inimigos em comum e mão-de-obra disponível para trabalhos como construção de casas e cultivo de alimentos. Com o passar do tempo, a necessidade de se comunicar proporcionou o desenvolvimento da linguagem. Esta, por sua vez, tornou-se responsável pela socialização.
A partir de então, o homem evoluiu para algo mais complexo. Sua capacidade intelectual permitiu que fossem criadas leis de norma e conduta para padronizar o comportamento do ser humano. Por exemplo, a nudez, ato normal do passado, é vista, hoje, como atentado ao pudor. Por conviver diariamente com diferentes personalidades, ele adquiriu também certa maturidade emocional. Os conflitos deixam de ser resolvidos pela força e passam a ser pela inteligência e educação.
Sendo assim, todo indivíduo que fala, pensa e segue a Constituição vive, necessariamente, em sociedade. Casos de isolamento, como o personagem da literatura “Tarzan”, resultam na formação de animais, pois a fala é comprometida, o andar é semelhante ao dos macacos e, a alimentação, própria para o corpo dos selvagens. Nem mesmo os “nerds” mais antissociais vivem completamente sós, porque a internet é uma criação do homem.
Portanto, não existe nenhum ser humano que sobreviva sozinho. É da natureza desse ser se agregar, mais do que isso, é vantajoso para ele, pois as relações pessoais só tendem a engrandecê-lo, elevando-o, a um nível superior em relação a outras espécies animais.

Aluna: Letícia B. Franco, 19.
Data: 03/04/13

SUICÍDIO


Modalidade: dissertação argumentativa
Método: dedutivo - Análise de causas e consequências próximas e remotas.
Tema: Desequilíbrio ecológico




Após a Revolução Industrial, iniciou-se uma frenética busca pelo desenvolvimento e pela produção em massa, implicando em uma grande pressão sobre os recursos naturais, que perdura até hoje. Isso está acarretando graves problemas para o planeta, como o desequilíbrio ecológico causado pelo homem. Ainda assim, é necessário que se perceba que o desenvolvimento sustentável é viável e possível.
O desequilíbrio ecológico, fruto do desmatamento, poluição, matanças de animais, entre outros, é visto por muitas pessoas como uma mera consequência do desenvolvimento industrial. Muitos entendem que esse desequilíbrio não acarreta consequências graves para o homem. Contudo, ao longo do tempo, elas serão catastróficas. A poluição dos rios poderá acabar com o estoque de água potável, enquanto o desmatamento e a poluição do ar diminuirão a quantidade de oxigênio disponível. Ou seja, as pessoas estão trocando um futuro saudável por dinheiro.
Ainda assim, estudos mostram que a indústria começou a pensar no futuro. Vários setores industriais brasileiros, como o metalúrgico, automotivo, de papel mostraram um grande avanço nas últimas décadas na questão do desenvolvimento sustentável. Todo papel celulose vem de florestas plantadas, por exemplo. Hoje, existem vários investimentos no setor energético, para se descobrir fontes alternativas de energia não poluente. Ou seja, existe uma preocupação com o meio ambiente. O setor sucroenergético, por exemplo, mostrou que o desenvolvimento sustentável é possível, pois passou a produzir a própria energia, diminuindo gastos e minimizando danos ambientais.
A tecnologia pode, e está sendo usada para o benefício do meio ambiente. Buscam-se soluções para diminuir a emissão de gás carbônico e também diminuir os danos à camada de ozônio. Tenta-se minimizar o desequilíbrio ecológico para garantir um futuro para as próximas gerações.
Mesmo com todos os esforços, o planeta está sendo pressionado. O desenvolvimento econômico baseado nos recursos naturais não possui sentido. Destruir aquilo que mantém a vida no planeta por dinheiro é irracional e, se essa consciência não mudar, logo as pessoas descobrirão que não se pode comer dinheiro.

Aluno: Guilherme Polizel, 17.