APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

PROXIMIDADE DISTANTE


Modalidade: dissertação argumentativa com contra-argumentação
Tema: – Os homens de hoje: tão próximos e tão distantes




O homem conseguiu criar um paradoxo social: com o grande aumento da tecnologia e do acesso a ela, o que, em teoria, aproximava os homens uns dos outros, na prática acabou deixando suas relações sociais superficiais, gerando uma lacuna de relacionamento entre um ser humano e outro.
Hoje, o ser humano está dedicando praticamente todo o seu tempo ao trabalho. Assim, o tempo que seria destinado às relações sociais, acaba ficando de lado. Isso acontece porque ele, motivado por ideologias capitalistas, entrou em uma verdadeira corrida pelo dinheiro, muitas vezes até irracional.
Embora a população hoje esteja focada apenas no dinheiro, os avanços tecnológicos acabaram aumentando os contatos sociais, principalmente com a Internet. Através do Facebook, messenger entre outros, muitos acabam se relacionando. Entretanto, mesmo que as relações tenham aumentado, elas se tornaram insignificantes. É claro que uma amizade, na qual existe o contato pessoal, é muito mais profunda do que uma na qual o contato é virtual.
A corrida pelo dinheiro está deixando o homem individualista e egoísta. O pensamento coletivo de antes deu lugar a um pensamento egocêntrico. Ele não trabalha mais em equipe como os nômades faziam antigamente. Eles colocavam a tribo acima deles próprios. Hoje, o ser humano coloca a si próprio acima dos outros.
O homem conseguiu evoluir demasiadamente ao longo dos anos e, de alguma forma, até conseguiu aumentar as relações interpessoais. Porém, essas relações se tornaram supérfluas. A evolução humana acabou distanciando mais do que aproximando seus indivíduos.

Aluno: Henrique Buzzo, 17.






Proposta: fazer um poema, utilizando um objeto do cotidiano.

Título: O garfo de Poseidon


Brincava Perseu com seu tridente
Mandando as águas da torneira saírem.
Afinal, usava a arma de seu pai Pseidon,
O tridente supremo das águas
Que por acaso havia servido como garfo
Para comer o banquete real de algas.


Aluna: Victória Vergamine Lamana, 15.