Modalidade: dissertação argumentativa com contra-argumentação
Tema: – Os homens de hoje: tão próximos e tão distantes
O homem conseguiu criar um paradoxo social: com o grande aumento da
tecnologia e do acesso a ela, o que, em teoria, aproximava os homens uns dos
outros, na prática acabou deixando suas relações sociais superficiais, gerando
uma lacuna de relacionamento entre um ser humano e outro.
Hoje, o ser humano está dedicando praticamente todo o seu tempo ao
trabalho. Assim, o tempo que seria destinado às relações sociais, acaba ficando
de lado. Isso acontece porque ele, motivado por ideologias capitalistas, entrou
em uma verdadeira corrida pelo dinheiro, muitas vezes até irracional.
Embora a população hoje esteja focada apenas no dinheiro, os avanços
tecnológicos acabaram aumentando os contatos sociais, principalmente com a
Internet. Através do Facebook, messenger entre outros, muitos acabam se
relacionando. Entretanto, mesmo que as relações tenham aumentado, elas se
tornaram insignificantes. É claro que uma amizade, na qual existe o contato
pessoal, é muito mais profunda do que uma na qual o contato é virtual.
A corrida pelo dinheiro está deixando o homem individualista e egoísta. O
pensamento coletivo de antes deu lugar a um pensamento egocêntrico. Ele não
trabalha mais em equipe como os nômades faziam antigamente. Eles colocavam a
tribo acima deles próprios. Hoje, o ser humano coloca a si próprio acima dos
outros.
O homem conseguiu evoluir demasiadamente ao longo dos anos e, de alguma
forma, até conseguiu aumentar as relações interpessoais. Porém, essas relações
se tornaram supérfluas. A evolução humana acabou distanciando mais do que
aproximando seus indivíduos.
Aluno: Henrique Buzzo, 17.
Proposta: fazer um poema, utilizando um objeto do cotidiano.
Título: O garfo de Poseidon
Brincava Perseu com seu tridente
Mandando as águas da torneira saírem.
Afinal, usava a arma de seu pai Pseidon,
O tridente supremo das águas
Que por acaso havia servido como garfo
Para comer o banquete real de algas.
Aluna: Victória Vergamine Lamana, 15.
