Modalidade: Dissertação argumentativa
Técnica: Método dedutivo — recurso: análise de causas e consequências
Tema: Mudança de opinião
Todos possuem o direito a uma opinião própria, que muitos levam consigo por toda a vida, porém o ponto de vista está sempre sujeito a mudanças, sendo elas corretas ou erradas.
O fato de o ex-ativista do Greenpeace Patrick Moore ter se tornado o inimigo número um do grupo atualmente, não pode ser visto como uma traição, pois a mudança de opinião, muitas vezes ocorre de forma lógica e consciente, ou seja, a pessoa deixa de defender interesses de pura utopia e passa a enxergar a realidade do mundo em que vive, passando a apoiar aquilo que faz sentido para a época. Por isso, pode-se dizer que o tempo e a experiência de vida transformam a percepção de indivíduo sobre o mundo, favorecendo uma visão mais ampla do que está a sua volta, oferecendo, assim, a oportunidade de refletir sobre o que pensa.
Além do mais, o próprio globo muda de tempos em tempos, os problemas mudam, a paisagem muda e até as pessoas mudam, mostrando que a sociedade tem que acompanhar as voltas que o planeta dá para assim poder analisar o meio em que se encontra e formar seu ponto de vista de acordo com o presente, superando, então, as barreiras do passado e usando-o como exemplo para superar os erros cometidos.
Portanto, antes de julgar a mudança de opinião de alguém, é preciso respeitar e analisar seus argumentos para depois constatar se a pessoa se vendeu a algo ou apenas passou a interpretar o mundo de uma maneira melhor, pois todos estão sujeitos a mudar um dia. Por isso, respeitar o modo de cada um enxergar o que está a sua volta é fundamental, pois o ponto de vista é uma liberdade do homem, e não um ato hostil.
Fernando Augusto Bertolino Storto, 19.
ACOMPANHANDO A CARRUAGEM
Postado por Denise de Oliveira Bertolino BraidoENTRE ESTRADAS E TRILHOS
Postado por Denise de Oliveira Bertolino BraidoModalidade: Dissertação argumentativa
Técnica: Método dedutivo — recurso: análise de causas e consequências
Tema: Meios de transporte
Qualquer ser humano, atualmente, pode conectar-se com o resto do mundo, além de conseguir vender e comprar mercadorias de vários lugares. Por isso, os meios de transporte são indispensáveis para o cotidiano e a economia. No Brasil, há vários desses meios e dentre os mais usados estão o rodoviário e o ferroviário. Muitos consideram aquele mais eficiente que este, pois é o que mais transporta pessoas e mercadorias. Porém, há um grande equívoco, já que ambos são importantes, mas para que melhor contribuam, o governo deve investir para manter o país sempre conectado.
O sistema rodoviário é o meio mais atuante no Brasil. Devido a investimentos e à consequente vinda de multinacionais automotivas no governo de J. K., o número de veículos que circula pelas BRs aumentou assustadoramente e, junto disso, vieram os problemas. Como o Estado não investe na segurança nem na conservação¸ as estradas estão esburacadas, perigosas e, muitas vezes, sem acostamento. Isso pode gerar prejuízos tanto para os motoristas quanto às empresas que dependem das rodovias para o deslocamento de seus produtos, que podem, devido à má conservação, sofrer grandes perdas e estragos. Da mesma forma, o sistema ferroviário encontra muitos obstáculos pelo caminho. Apesar de ser o melhor meio de transportar mercadorias e pessoas, por ser mais seguro, a construção é precária e lenta, muitas vezes abandonada, servindo como exemplo a Ferrovia Madeira-Mamoré na Amazônia.
Então, diante de tantas complicações, qual seria o papel do governo perante essa situação? Primeiramente, deve-se conscientizar a população sobre os riscos no trânsito, para garantir maior segurança. Segundo, deve-se investir nas estradas, construindo acostamentos e recapeando as “crateras” corretamente, e não só tapando para enganar a população. Finalmente, devem-se construir metrôs para descongestionar o trânsito das cidades. Porém, de nada adianta realizar todos esses projetos se não houver cooperação entre o Estado e a sociedade, que deve cobrar, de seus governantes, como direito de cidadão, melhorias que exterminem os problemas causados por ruas esburacadas e o consequente perigo que cada motorista corre ao dirigir pela cidade.
Portanto, não há o melhor meio de transporte no Brasil, mas sim, a falta de um. Juntamente com o povo, o governo deve investir nos sistemas rodoviário e ferroviário que, operando em harmonia, facilitarão o deslocamento de pessoas e produtos, evitando, assim, enormes transtornos.
Ana Laura Furlan Blanco, 18.
