APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

MÉRITO

Modalidade: Dissertação argumentativa
Técnica: Método dedutivo — recurso: contraponto
Tema: Há exagero na relação entre humanos e animais de estimação?



É comum as pessoas querem e possuírem um animal de estimação atualmente, pois eles são ótimas companhias, sendo que alguns, depois de um tempo, são até considerados membros da família. Isso faz com que nasça a dúvida sobre se isso é um exagero ou não. Porém, como o próprio nome diz, tais “bichos” são estimados e, o normal, é que quem é amado seja bem cuidado.
Uma análise da sociedade brasileira revela que 70% dos brasileiros possuem algum “pet”, o que explicita o número de lares que esses animais habitam, mas não indica se eles são ou não supervalorizados. Outra pesquisa mostra que a procura por remédios para cães tem aumentado. Esses medicamentos são similares aos usados pelo homem, o que é compreensível pelo caminho que já foi descoberto elaborando-se os remédios humanos e que podem ser usados na veterinária pelo fato de os cachorros terem um organismo semelhante ao nosso. Porém, isso não indica que os “melhores amigos” estão sendo elevados à condição humana. O esperado é que o animal seja tratado como as pessoas, pois, se estas lutam contra a morte e precisam de atenção, o mesmo acontece com aquele, pois ambos possuem instinto de sobrevivência.
Alguns afirmam que, com o dinheiro gasto para cuidar de um animal de estimação, pode-se adotar uma criança órfã que tem mais necessidades, sendo um exagero a forma como os animais são tratados. É certo que algumas pessoas realmente ultrapassam o limite, levando, por exemplo, seus “pets” a restaurantes; entretanto, a maioria trata-os normalmente, dentro dos padrões estabelecidos. Quanto à adoção, o povo sabe da situação dos órfãos, mas cabe a cada um a decisão entre um ou outro, pois só o próprio indivíduo sabe se tem condições, sobretudo emocionais, de criar uma criança, que exige muito mais atenção, tempo e cuidados.
Pode-se pensar que essa é uma forma de o ser humano, que se torna progressivamente mais egoísta, “fugir” de suas responsabilidades de ajudar os que necessitam. Todavia, não é sempre que as pessoas se sentem preparadas para algo mais sério, como o é um filho, sendo que, às vezes, o próprio “bichinho” escolhido no lugar de uma criança é o responsável pelo amadurecimento dos pais, que só depois resolvem ter um filho, biológico ou adotivo. Isso é melhor até para a criança, pois ela crescerá com uma boa base familiar e terá uma melhor formação educacional do que teria se fosse acolhida antes da estruturação do lar.
Portanto, os animais de estimação não são elevados ao mesmo patamar do homem e nem ao menos substituem o seu lugar. Eles são somente tratados com o carinho e cuidado que merecem por serem amados por seus donos, cuja vida se torna mais dinâmica e menos solitária com sua presença.


Ariéli Vitorasso Blanco, 17.

HUMANIDADE

Atividade: Escrita Automática
Modalidade: texto livre (dissertação)



Vivemos em um mundo globalizado, o que faz unir as pessoas. A união, de uma forma pacífica, faz melhorar o mundo, principalmente nossa casa, que é o Brasil, um país maravilhoso, porém cheio de problemas.
Se nos uníssemos para melhorá-lo, seríamos vitoriosos. O Brasil é um país cheio de qualidades, virtudes e contrastes. Se pudéssemos acabar com a corrupção, poderíamos enfrentar qualquer problema, social ou econômico.
Mas agora, não falemos do Brasil e, sim, do Planeta Terra, a nossa segunda casa, embora pouco maior. Com esse mundo globalizado e essa união, poderíamos mudar o mundo, acabar com a fome e a exclusão social. Viver em um lugar melhor era o que nossos antepassados desejavam, e nós também. Podemos fazer desse desejo uma realidade, tanto para nós quanto para as pessoas que viverão aqui futuramente.
Andar nas ruas sem preocupação, passear à noite sem temer a violência, quem não gostaria disso?
Se dirigíssemos essa possível realidade a todoas as pessoas, teríamos uma só conclusão, a união de todos que fazem seu próprio sonho tornar realidade. Esse é o futuro que queremos ter, chegarmos longe, evoluirmos, podendo chamer o universo de uma nova casa. No entanto, a mente humana, de modo geral, ainda não está preparada para isso.
Para que isso se concretize, continuaremos sonhando, tornando possível essa realidade, nossa incrível humanidade.


Otávio José dos Santos, 15.