APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

SISTEMA CIRCULATÓRIO

Técnica: Método dedutivo — recurso: análise de causas e consequências
Tema: Meios de transporte



Ao longo dos anos, os meios de transporte acompanharam a evolução tecnológica, deixando de lado a força animal e passando a utilizar combustíveis. Isso fez com que a velocidade aumentasse e o tempo, para vencer determinada distância, diminuísse. Porém, se observarmos profundamente veremos que, em nosso país, tal avanço foi acompanhado, em muitos casos, de maneira precária.
No Brasil, a partir do surgimento da ferrovia, os meios de transporte começaram a ser utilizados para escoar a produção, aparecendo também os portos. Alguns séculos depois, houve investimentos em estradas, dando condições melhores aos automóveis e ao transporte rodoviário, o qual surge na mesma época dos aeroportos, havendo assim, praticamente todo tipo de locomoção que possibilitaria a circulação de pessoas e de mercadorias.
Apesar disso, tal sistema é precário, havendo problemas em ambos os tipos de locomoção. No transporte humano, há deficiências nas cidades, onde os metrôs não são suficientes e os ônibus, em alguns casos, congestionam o trânsito, causando atraso a todos. Já no comercial, os caminhões, apesar de para eles existirem vias de acesso, são o meio mais caro, entretanto o mais usado, além de apresentarem grandes perdas de mercadoria. Os portos não são, em geral, desenvolvidos e, por fim, o sistema aéreo apresenta falhas que causam acidentes.
Assim, para a real modernização de tais meios, seria necessário o investimento na construção de ferrovias e metrôs, na melhoria portuária, além da instalação de alguns meios que usam a tecnologia de ponta, pois são mais seguros e levam grande quantidade de passageiros e de cargas, como o “trem bala”, e da manutenção das rodovias. Nessas reformas, o capital empregado deveria ser misto, ou seja, estatal e privado, priorizando o desenvolvimento para a rapidez e eficiência, uma vez que nelas há um investimento não só na população, como também nas empresas brasileiras e multinacionais.
Dessa forma, nosso país teria seu sistema circulatório competitivo como o das grandes potências mundiais, dando um passo para o desenvolvimento.

Gabriel Covello Furlanetto, 17.