APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

A VIDA EM SOCIEDADE


Tema: Nenhum homem é uma ilha
Modalidade: dissertação argumentativa
Método: dedutivo




A análise das relações sociais dos dias atuais revela o surgimento de um problema preocupante que é consequência da globalização: o isolamento das pessoas. Os seres humanos adaptaram-se com a vida em sociedade e por isso não conseguem desenvolver uma consciência coletiva e individual sem um relacionamento social. Assim, quando esse é mínimo, existe a dificuldade de adaptação ao convívio.
Dessa maneira, a sobrevivência das pessoas, o desenvolvimento da personalidade e de habilidades são interdependentes ao grupo em que elas estão inseridas ou à família a que elas pertencem. Esse convívio básico e primordial é posteriormente aplicado nas relações de trabalho, de amizade e associações entre moradores. A interação social, portanto, estabelece a linguagem, o afeto, a experiência e os princípios morais que regem a sociedade.
Entretanto, diante da globalização, os seres humanos ficaram cada vez mais isolados, tendo a falsa percepção de que a vida pode acontecer sem o contato físico ou a comunicação entre os indivíduos. Nessa situação moderna, aparecem os problemas de convivência. Um exemplo desse tipo de questão foi o caso do massacre ocorrido em uma escola de Realengo, no Rio de Janeiro, na qual um homem atirou contra as crianças à queima roupa. Depois do crime, descobriram que as atitudes do atirador foram motivadas pelo seu passado de isolamento e ausência de amigos, além do bulling sofrido na escola. Essa reação inesperada pode ser justificada pela falta de sociabilidade humana, o que faz com que uma pessoa solitária queira resolver seus problemas violentamente.
Por fim, a falta de interação entre os indivíduos pode provocar consequências graves. Dessa forma, é preciso que as pessoas sejam menos egocêntricas e que procurem ajuda psicológica quando estão com dificuldades em seus relacionamentos sociais.

Aluna: Jéssica Lopez Montozo, 20.