APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

A luta contínua

Modalidade: Dissertação
Técnica: Método dedutivo
Tema: Salários altos e reconhecimento da sociedade geralmente não caracterizam profissões exercidas predominantemente por mulheres.



A desigualdade das mulheres perante os homens é um problema que data do início da humanidade e, até hoje, mesmo com tanta tecnologia e ações sociais, esse problema vem assombrando-as, fruto da ignorância dos homens em querer manter sua superioridade, mesmo que fictícia, sobre o sexo feminino.
Hoje já foi mais que provado que as mulheres são capazes de fazer o mesmo tipo de trabalho que os homens e que são dignas de ganhar a mesma quantia de salário, o que ainda é um privilégio do sexo masculino. E mesmo com a crescente participação das mulheres no mercado de trabalho, elas ainda são vítimas de discriminação no acesso, remuneração, ascensão e permanência no emprego.
É claro que atualmente há mulheres que ocupam cargos importantes em várias áreas do setor econômico (por exemplo), ganhando altíssimos salários. Porém, pode-se dizer que ganham menos do que se alguém do sexo masculino ocupasse o mesmo cargo. No Brasil, outra área na qual é evidente a discriminação da mulher é na política, em que são raros os exemplos de mulheres que chegaram ao poder. Por isso, diz-se que a política brasileira é machista, pois é composta por 80% de homens, enquanto os outros 20% de mulheres são totalmente discriminados pelos homens. Pena que eles não saibam que o eleitorado brasileiro considera as mulheres preparadas para assumir cargos públicos.
Nos últimos 150 anos, as mulheres conseguiram, com muita luta, vários direitos sociais em que, em muitos casos, as tornam iguais aos homens, Portanto, há de chegar a hora em que as mulheres terão 100% de seus direitos iguais aos do sexo oposto e, com sua luta ainda longe de acabar, elas hão de chegar ao topo, deixando os homens para trás e dominando o mundo.


Fernando Augusto Bertolino Storto, 19.

1 comentários:

Denise de Oliveira Bertolino Braido disse...

Boa estrutura lógica e argumentação convincente. Além do mais, ponto para o Fernando, que soube valorizar as mulheres. As feministas agradecem.

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.