Proposta: Construir um poema-denúncia com dados estatísticos (ou numéricos) a partir de uma notícia de jornal (paráfrase de poema de Ferreira Gullar)
Tema: A tragédia de Realengo
Doze alunos entre 13 e 14 anos de idade
foram mortos por Wellington no Realengo.
Doze alunos entre 13 e 14 anos de idade
foram mortos por Wellington
no Realengo.
Doze alunos
entre 13 e 14 anos
de idade
foram mortos
por Wellington
no Realengo.
Matou 12 alunos
Matou 12 alunos
Matou 12 alunos
Matou 12 alunos.
Guilherme M. T. Teodoro, 16
Modalidade: Narração
Proposta: Transformar relato oral em narração
Tema: Aconteceu numa festa junina
Título: CORAGEM CONTROVERSA
Márcio se lembrava bem - pelo menos era o que ele pensava - daquele corcel branco que viria a mudar a sua vida, talvez. Tudo aconteceu em uma noite bem estrelada, na festa de São João em Campinas. Míriam tomou, como de costume, um porre homérico, impossibilitando-a de voltar para casa dirigindo. Irresponsabilidade que a persegue desde jovem, já que sua mãe nunca impôs limites.
Junto deles estavam Andrea e outra menina de uma índole tão correta que chegava a ser gritante o modo “sem graça” de como ela se vestia e se comportava, sendo também imperceptível aos olhos das pessoas. Mas eram elas que sempre ponderavam o instinto aventureiro de Márcio e Míriam.
A única coisa que Márcio não podia imaginar é que essa última brincadeira, em grande parte gerada por Míriam, acarretaria grandes consequências. Márcio é um carioca sem habilitação que se mudou para Campinas para estudar e trabalhar - pelo menos era o que ele esperava. Mas em uma situação de emergência como a de Miriam, Márcio viu-se obrigado a dirigir sem carteira de motorista, levando-a e as outras duas garotas para a sua casa, onde dormiriam.
No dia seguinte, Márcio mostrou a Míriam - que já estava bem melhor - onde ele havia estacionado o Corcel, descobrindo o inesperado:
_ Nós roubamos este carro! – gritaram todos surpresos.
Eles haviam confundido os carros e foi então que uma das garotas se lembrou da falta das bolsas no banco traseiro e da dificuldade que Márcio teve ao tentar abri-lo.
Voltaram ao local da festa, mas a polícia já estava atendendo a vítima do roubo. Todos estavam amedrontados, mas Márcio achou melhor ser considerado um ladrão arrependido do que levar sua primeira surra campineira, já que ele estava sem habilitação e documentos de identidade.
Foi assim que Márcio tomou as primeiras providências de juízo, já que ele estava no último ano do mestrado, tendo de imediato uma boa proposta de emprego e a coragem de pedir Míriam em namoro.
Luana Correa Balbo, 16.
MASSACRE NO RIO
Postado por Denise de Oliveira Bertolino Braido
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