APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

ARQUIPÉLAGO

Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo
Tema: Nenhum homem é uma ilha





Atualmente, a sociedade tem apresentado tendência ao individualismo por causa da concorrência estimulada pelo setor econômico. Esse comportamento prejudica o próprio ser humano, já que o isolamento barra os estímulos do meio externo.
A maioria das relações humanas proporciona uma transferência mútua de conhecimento. Quando uma pessoa é apresentada à sociedade, essa recebe espontaneamente estímulos que a transformam em um ser humano de conduta regular, ou seja, alguém que fale, pense e se socialize.
O ser humano isolado é menos desenvolvido que o que vive em conjunto. Desde o começo da história, os homens se agrupam para se manterem protegidos contra os perigos da vida. A partir de então, surgiu a relação familiar, que é a base fundamental para a formação de uma pessoa, e as atividades trabalhistas, que a torna útil na sociedade. Se uma pessoa cresce numa estrutura de vida diferente, não possuirá as mesmas características das demais, como aconteceu com a criança criada por lobos que teve fala e raciocínio comprometidos.
O homem, portanto, não pode viver sozinho. Seu desenvolvimento não é completo, uma vez que, isolado de relações sociais, da tecnologia e de bagagem intelectual, ele se torna parecido com um animal, pois não se enquadra no mundo.

Aluna: Letícia B. Franco, 17.







Proposta: texto em prosa, utilizando a função conativa.
Tema: Sinal fechado


Título: RESPEITO ÀS DIFERENÇAS




As pessoas que não sabem lidar com as diferenças dos outros, ou seja, religião, política, cor, opinião, certamente são prejudicadas na nossa sociedade.
Muitas vezes, são preconceituosas e se fecham porque não aceitam viver de outra forma, e deixam de fazer ou conhecer novas amizades.
Uma das causas disso pode ser o modo ou estilo de vida em que a pessoa foi criada. Por exemplo, uma pessoa da classe alta, com certeza leva uma vida diferente de uma da classe baixa e, como seus costumes são diferentes, a mais rica já “rebaixa” a mais pobre, sem sequer conhecê-la.
Como consequência, o ser humano se “fecha” no seu “mundinho” e deixa as amizades de lado por não aceitar opiniões contrárias.
Devemos respeitar as diferenças de culturas, etnias ou religiões, mesmo se não concordarmos, pois sempre que conhecemos coisas novas ou diferentes, levamos algum aprendizado.



Guilherme M. T. Teodoro, 16.






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