Tema: Viver é melhor que sonhar
Modalidade: dissertação argumentativa
Método: dedutivo c/ contra-argumentação
Ao analisar as possibilidades de que sonhar possa ser melhor do que viver ou vice-versa, compreendemos que a necessidade de conquistarmos aquilo que almejamos é nula quando nos alienamos do exercício vital que a sociedade nos impõe, que é de estarmos em constante ação.
Assim, ao praticarmos o exercício de viver, adquirimos experiências capazes de nos ensinar a sonhar, já que para almejarmos algo é necessário, primeiramente, essa prática. Além disso, ela nos ensina a seguir em frente e a lutar por aquilo que desejamos. Desse modo, intensificamo-nos em nossas ações, pensamentos e sentimentos, mas que, muitas vezes, quando não lidados de forma madura, podem se tornar frustrantes. Para isso, muitas pessoas encontram um meio capaz de se refugiarem dos problemas reais, e assim, elas decidem viver apenas de sonhos, já que possuem a capacidade de movimentar-se perante o que desejam devido ao medo de tentar e não possuir sucesso.
Desse modo, muitos acreditam que o sonho simboliza a capacidade de planejar objetivos sem que nos frustremos com a realidade. Através dele, refugiamo-nos dos problemas e permanecemos em constante paz de espírito. Entretanto, ao alienarmos vida, não possuímos a capacidade de desenvolvermos nossas ações e de vivermos intensamente o nosso presente.
No caso de Nick Viyicic, um australiano portador da síndrome tetraamelia que não permite o desenvolvimento dos quatro membros do corpo, ao aceitar sua deficiência, aprendeu a superar o seu problema, de modo que, ele foi capaz de se movimentar para que a cada dia da sua vida se tornasse melhor. Desse modo, Nick não se iludiu apenas com os sonhos, ele aprendeu a viver primeiramente, superando seus traumas e possuindo sucesso na vida através de seus anseios.
Portanto, ao praticarmos o exercício de que viver é melhor que sonhar, somos capazes de almejar e traçar metas que, através da gana de cada ser humano, e com força de vontade, alcançaremos nossa realização pessoal.
Aluna: Luana Correia Balbo,17.
Proposta: descrição de pessoa nada atraente – advinhe quem sou?
Tema: livre
Título: Diga “não” aos coloridos
Pela lei, um adulto, mas nem sempre a idade é relativa à maturidade. Ele é bobo, tem jeito de criança.
Algumas adolescentes surtam quando vão em algum de seus shows, ficam gritando, arremessando ursinhos de pelúcia e cartinhas no palco.
O que elas veem nele? Um corpo magro, pernas finas, como as de um passarinho, cabelo grande, olhos esbugalhados, franja sobre eles. Óculos coloridos, roupas mais coloridas ainda, boca larga e risada infantil, escandalosa.
Tudo bem, ele fez seu próprio estilo, mas há milhares de pessoas que concordam comigo.
Não o acho atraente, para dizer a verdade, não acho nenhum garoto que use uma calça laranja atraente. E como se tudo o que eu disse não fosse o suficiente, ele não diz nada aos fãs além de: “Vocês são lindas, eu amo vocês!”. Como seria possível amar pessoas desconhecidas? Falsidade! Ele ama o dinheiro e a fama que os fãs lhe dão. Pura jogada de “marketing”.
Vendo tudo isso, todas essas atitudes, eu me atraio e gosto cada vez mais do oposto!
Quem sou?
Pe Lanza,
do Restart
Lara Júlia Kitagawa, 16.
NÃO SE PODE FICAR PARADO
Postado por Denise de Oliveira Bertolino Braido
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