APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

ALGEMADOS À DESONESTIDADE


Modalidade: dissertação argumentativa em prosa
Método: dedutivo
Tema: Qual o efeito em nós do “eles são todos corruptos”? (Enem, 2009)



Os valores morais estão sendo esquecidos, principalmente no Brasil, onde a corrupção dos políticos, juntamente com seus roubos e façanhas, acontece. Os cidadãos revoltam-se e trancam-se em suas lamentações, observando que a desonestidade já superou a ética há tempos.
Porém, tais cidadãos abriram o caminho para esses corruptos tornarem-se parte do leque de ilegalidades. Portanto, o indivíduo também não se portou de forma exemplar ao votar inconscientemente, sem pensar no resto da sociedade, contradizendo assim a discussão entre moral e imoral.
Um exemplo de corrupto que os cidadãos elegeram foi Fernando Collor. Famoso político, conhecido pelo impeachment de 1992. Ele foi acusado pelo próprio irmão de se envolver com a corrupção política: crime contra a administração pública e a ordem tributária, que foram realizados com a ajuda do tesoureiro de sua campanha. Collor renunciou ao cargo e teve seus direitos políticos suspensos por oito anos.
Assim, percebe-se que a solução para essa deficiência da política brasileira pode demorar a se manifestar, e somente as pessoas que não se importam com o futuro da nação, ou mesmo com o destino de seu dinheiro, ficarão à espera de tal acontecimento. Aquelas que têm sede de mudança vão ousar, impor suas regras e direitos, para que o governo não se faça de cego e tente manipulá-las. Então, sim, a sociedade se dará por satisfeita, quando a desonestidade for vencida.

Aluna: Lara Júlia Kitagawa, 16.





Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo/ conta-argumentação
Tema: Tratamento especial para homossexuais: um passo adiante ou um modo de acentuar o preconceito?


Título: Preto de listras brancas ou o contrário?

Segundo o artigo 5.º da Constituição Federal, “Todas as pessoas são iguais perante a lei”. Embora o objetivo disso seja assegurar a igualdade entre os homens, podemos observar, hoje, a criação de diversas leis e emendas as quais promovem o oposto. As leis de superproteção aos “gays” são uma forma de ressaltar as supostas “diferenças” entre homo e heterossexuais, levando à acentuação do preconceito.
Pelo fato de a sociedade ser, em geral, preconceituosa, tem-se um grande número de ataques e crimes contra os homossexuais, o que é, de fato, preocupante. No entanto, na tentativa de proteger os “gays” de tais atrocidades, estamos dando maior atenção a estes casos do que aos ataques contra heteros. Ao supervalorizarmos a segurança de alguém, devemos fazê-lo por se tratar de um ser humano, independentemente de sua orientação sexual.
Além disso, se a minoria homossexual começar a se sentir demasiado forte perante a justiça, não haverá quem consiga conter as revoltas e manifestações desse grupo, o qual se sentirá “ofendido” por qualquer comentário maldoso que um hetero venha a fazer. Se uma pessoa qualquer é insultada, ao denunciar o ato ouve, muitas vezes, que não há nada a se fazer, legalmente. No entanto, se essa pessoa alegar sua homossexualidade, aparece no jornal do dia seguinte como vítima de “ataque homofóbico”. Neste caso, o agressor é visto como um monstro.
Há, obviamente, certos direitos dos homossexuais os quais não poderiam lhes ser assegurados sem a criação de leis especiais. A união estável e o casamento entre “gays” são conquistas que promoverão, de fato, a igualdade entre os homens. Deve-se, no entanto, tomar cuidado para que não se incentive a homossexualidade.
A igualdade plena e absoluta é um objetivo que deve ser buscado pelo homem sempre. Embora pareça utópico, já podemos observar sinais de que caminhamos em direção a ela. Cabe a nós e a nossos governantes tornarmos este caminho mais curto ou mais longo.

Aluna: Raissa A. Vieira

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