Modalidade:
dissertação argumentativa em prosa
Método: dedutivo
Tema: Qual o
efeito em nós do “eles são todos corruptos”? (Enem, 2009)
Os valores morais estão sendo esquecidos, principalmente no Brasil, onde
a corrupção dos políticos, juntamente com seus roubos e façanhas, acontece. Os
cidadãos revoltam-se e trancam-se em suas lamentações, observando que a
desonestidade já superou a ética há tempos.
Porém, tais cidadãos abriram o caminho para esses corruptos tornarem-se
parte do leque de ilegalidades. Portanto, o indivíduo também não se portou de
forma exemplar ao votar inconscientemente, sem pensar no resto da sociedade,
contradizendo assim a discussão entre moral e imoral.
Um exemplo de corrupto que os cidadãos elegeram foi Fernando Collor.
Famoso político, conhecido pelo impeachment
de 1992. Ele foi acusado pelo próprio irmão de se envolver com a corrupção
política: crime contra a administração pública e a ordem tributária, que foram
realizados com a ajuda do tesoureiro de sua campanha. Collor renunciou ao cargo
e teve seus direitos políticos suspensos por oito anos.
Assim, percebe-se que a solução para essa deficiência da política
brasileira pode demorar a se manifestar, e somente as pessoas que não se
importam com o futuro da nação, ou mesmo com o destino de seu dinheiro, ficarão
à espera de tal acontecimento. Aquelas que têm sede de mudança vão ousar, impor
suas regras e direitos, para que o governo não se faça de cego e tente
manipulá-las. Então, sim, a sociedade se dará por satisfeita, quando a
desonestidade for vencida.
Aluna: Lara
Júlia Kitagawa, 16.
Modalidade:
Dissertação
Técnica:
método dedutivo/ conta-argumentação
Tema: Tratamento especial para
homossexuais: um passo adiante ou um modo de acentuar o preconceito?
Título: Preto de listras brancas ou o
contrário?
Segundo o artigo 5.º da Constituição Federal, “Todas as pessoas são
iguais perante a lei”. Embora o objetivo disso seja assegurar a igualdade entre
os homens, podemos observar, hoje, a criação de diversas leis e emendas as
quais promovem o oposto. As leis de superproteção aos “gays” são uma forma de
ressaltar as supostas “diferenças” entre homo e heterossexuais, levando à
acentuação do preconceito.
Pelo fato de a sociedade ser, em geral, preconceituosa, tem-se um grande
número de ataques e crimes contra os homossexuais, o que é, de fato,
preocupante. No entanto, na tentativa de proteger os “gays” de tais
atrocidades, estamos dando maior atenção a estes casos do que aos ataques
contra heteros. Ao supervalorizarmos a segurança de alguém, devemos fazê-lo por
se tratar de um ser humano, independentemente de sua orientação sexual.
Além disso, se a minoria homossexual começar a se sentir demasiado forte
perante a justiça, não haverá quem consiga conter as revoltas e manifestações
desse grupo, o qual se sentirá “ofendido” por qualquer comentário maldoso que
um hetero venha a fazer. Se uma pessoa qualquer é insultada, ao denunciar o ato
ouve, muitas vezes, que não há nada a se fazer, legalmente. No entanto, se essa
pessoa alegar sua homossexualidade, aparece no jornal do dia seguinte como
vítima de “ataque homofóbico”. Neste caso, o agressor é visto como um monstro.
Há, obviamente, certos direitos dos homossexuais os quais não poderiam
lhes ser assegurados sem a criação de leis especiais. A união estável e o
casamento entre “gays” são conquistas que promoverão, de fato, a igualdade
entre os homens. Deve-se, no entanto, tomar cuidado para que não se incentive a
homossexualidade.
A igualdade plena e absoluta é um objetivo que deve ser buscado pelo
homem sempre. Embora pareça utópico, já podemos observar sinais de que
caminhamos em direção a ela. Cabe a nós e a nossos governantes tornarmos este
caminho mais curto ou mais longo.
Aluna: Raissa A. Vieira

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