Modalidade:
dissertação argumentativa
Tema: Os valores morais e sua importância na sociedade
Os valores são convenções sociais que devem ser respeitadas para que haja
uma sociedade melhor. Eles são muito importantes para que as pessoas vivam em
harmonia, em coletividade, respeitando o próximo. Porém, há várias décadas, as
pessoas estão esquecendo tais valores.
Por exemplo, a honestidade é um valor que deveria estar presente em todos
os seres humanos, mas, infelizmente, não está. Isso é claro em quase tudo que
se vê em jornais, televisões, principalmente quando se trata de políticos. O
assunto que está tendo maior repercussão é sobre o julgamento do mensalão, mas,
a maioria das pessoas já sabe que nada irá acontecer aos corruptos, pois eles
são poderosos e possuem influência nas decisões dos demais. O Brasil é assim,
tudo se ajeita de alguma forma, mesmo que ela seja desonesta.
Outro valor de grande importância é o respeito ao próximo, que colabora
para que a sociedade viva bem e tranquila. Se houvesse este respeito, que não
está tendo atualmente, muitos roubos, brigas, seriam evitados. O grande
problema é que as pessoas acostumaram a viver assim, e não fazem nada para
reverter a situação.
Se estes valores fossem seguidos, a sociedade mudaria totalmente, tanto
na saúde, como na educação e empregos; pois se houvesse seriedade do governo,
tudo mudaria para melhor. As pessoas poderiam sair na rua com maior segurança,
sem aquela tensão diária de roubos e crimes. Contudo, para que isso aconteça,
as pessoas devem mudar suas mentes, deixarem de ser influenciadas e lutar pelos
seus direitos, ou tudo ficará igual.
Aluno: Rafael Costa Neves de Carvalho, 17.
Proposta: Descrição de uma pessoa desagradável
Título: Amola para
pedir esmola
Já adulto, de estado social nada bom, arrisco que ele seja solteiro.
Morador de Olímpia, na ala dos menos favorecidos, vive sua vida pedindo coisas
para outras pessoas.
Um homem de estatura média, uns 37 anos, com barriga de uns 78 quilos,
passa o dia no centro da cidade pedindo esmolas. E foi assim que conheci o
moço, pedindo dinheiro na sorveteria onde eu estava junto com meus primos na
tarde de uma segunda-feira.
O sujeito é um terrível folgado, só de olhar o seu andar, parece que tem
preguiça de se locomover. Repugnante, chato e mal educado, insiste até o último
minuto por umas moedinhas e, quando não ganha, vai embora xingando e
resmungando. Não tem vontade de trabalhar, e não é capaz de se auto-sustentar.
Mal cheiroso, também não deve tomar banho. Mesmo não tendo nada e vivendo de
forma ruim, ele tem uma vantagem, é muito famoso pela cidade, pelas lojas e
pelos eventos municipais.
Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16.

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