Modalidade:
dissertação argumentativa com conta-argumentação
Proposta:
análise de causas e consequências, próximas e distantes
Tema: A falta de leitura entre os jovens
O desinteresse pela leitura está se abrigando cada vez mais no mundo
moderno. Quanto a isso, as escolas, os pais e a sociedade têm culpa, pois devem
incentivar os jovens, como facilitar o acesso aos livros, escolher títulos e
proporcionar leituras que interessem-nos. Isso causa muitos fatores
relacionados ao empobrecimento espiritual, intelectual e humano.
Contudo, a substituição dos livros pela internet e televisão é um dos
problemas mais graves, pois gera mais atenção dos jovens aos meios de
comunicação visual, o que lhes acarreta a falta de conteúdo e de reflexão.
O aceleramento tecnológico causa um mundo mais capitalista, em que tudo é
visto como mercadoria, inclusive o tempo. Portanto, o que interessa agora para
o mundo são as coisas úteis, imediatas que entram no padrão “tempo é dinheiro”.
A falta de leitura proporciona um truncamento do raciocínio abstrato, ou
seja, a substituição da palavra pela imagem empobrece o raciocínio e causa
falta de criatividade. Isso leva o jovem a se atualizar apenas com o mercado
tecnológico e o torna pobre de espírito por estar desprovido de leitura.
A leitura é um bem significativo que deve ser incentivada não só aos
jovens, mas a toda sociedade, pois dela origina o conhecimento.
Aluna: Ana Beatriz Covello, 17.
Modalidade: descrição em prosa
Tema: A infância – descrição de
memória
Título: Meu mundo aos 10 anos
Hoje tenho 16 anos, com uma vida difícil e árdua, mas há seis anos,
quando eu tinha 10 anos, não era complicado de se viver, embora meus pais não
largassem do meu pé, com obrigações e horários a cumprir. Porém, as coisas
aconteciam de forma dinâmica e divertida, sem ter nenhum problema, sempre
estando junto de amigos e familiares.
Toda essa fantasia de criança se passava no quintal de minha casa, em que
se tinha um campo de futebol com três bolas e duas traves. Tinha também um
delicioso cheiro de grama pisada, que era composto de alegria, felicidade,
lembranças e união.
Minha vida escolar naquela época não era tão difícil, pois eu ainda
estava na 3.ª série, e não precisava ficar pensando em vestibulares e no futuro
de minha vida.
A primeira vez que cheguei na escola, tive uma reação de novidade, pois
iria aprender coisas que nunca havia aprendido, como: matemática, ciências e
português. Minha primeira escola se chamava João e Joaninha, e ela era toda
vermelha e branca, com quatro salas de aula e um parquinho cheio de brinquedos.
Uma coisa que marcou minha vida foi ir pela primeira vez na praia com
meus familiares. Lembro-me bem de cada momento, o cheiro salgado do mar, a
sensação de pisar na areia, o sol escaldante sobre minha cabeça e gritos e
pulos de crianças que estavam dentro da água.
Ser “muleque” era demais, aprontava de tudo que é forma, pés e mãos como
se fossem pássaros voando no céu, livres para imaginar coisas novas a fazer a
qualquer momento.
O único problema é que o tempo passa e tudo isso vai ficando para trás,
pois nada no mundo permanece da mesma forma, e é por isso que hoje consigo
escrever o que estou escrevendo agora, pois me tornei um jovem com dezesseis
anos, alto, com consciência e predestinado a ser um engenheiro.
Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16.

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