APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

LIDANDO COM A MODERNIDADE


Modalidade: dissertação argumentativa com conta-argumentação
Proposta: análise de causas e consequências, próximas e distantes
Tema: A falta de leitura entre os jovens
  


O desinteresse pela leitura está se abrigando cada vez mais no mundo moderno. Quanto a isso, as escolas, os pais e a sociedade têm culpa, pois devem incentivar os jovens, como facilitar o acesso aos livros, escolher títulos e proporcionar leituras que interessem-nos. Isso causa muitos fatores relacionados ao empobrecimento espiritual, intelectual e humano.
Contudo, a substituição dos livros pela internet e televisão é um dos problemas mais graves, pois gera mais atenção dos jovens aos meios de comunicação visual, o que lhes acarreta a falta de conteúdo e de reflexão.
O aceleramento tecnológico causa um mundo mais capitalista, em que tudo é visto como mercadoria, inclusive o tempo. Portanto, o que interessa agora para o mundo são as coisas úteis, imediatas que entram no padrão “tempo é dinheiro”.
A falta de leitura proporciona um truncamento do raciocínio abstrato, ou seja, a substituição da palavra pela imagem empobrece o raciocínio e causa falta de criatividade. Isso leva o jovem a se atualizar apenas com o mercado tecnológico e o torna pobre de espírito por estar desprovido de leitura.
A leitura é um bem significativo que deve ser incentivada não só aos jovens, mas a toda sociedade, pois dela origina o conhecimento.

Aluna: Ana Beatriz Covello, 17.







Modalidade: descrição em prosa
Tema: A infância – descrição de memória

Título: Meu mundo aos 10 anos


Hoje tenho 16 anos, com uma vida difícil e árdua, mas há seis anos, quando eu tinha 10 anos, não era complicado de se viver, embora meus pais não largassem do meu pé, com obrigações e horários a cumprir. Porém, as coisas aconteciam de forma dinâmica e divertida, sem ter nenhum problema, sempre estando junto de amigos e familiares.
Toda essa fantasia de criança se passava no quintal de minha casa, em que se tinha um campo de futebol com três bolas e duas traves. Tinha também um delicioso cheiro de grama pisada, que era composto de alegria, felicidade, lembranças e união.
Minha vida escolar naquela época não era tão difícil, pois eu ainda estava na 3.ª série, e não precisava ficar pensando em vestibulares e no futuro de minha vida.
A primeira vez que cheguei na escola, tive uma reação de novidade, pois iria aprender coisas que nunca havia aprendido, como: matemática, ciências e português. Minha primeira escola se chamava João e Joaninha, e ela era toda vermelha e branca, com quatro salas de aula e um parquinho cheio de brinquedos.
Uma coisa que marcou minha vida foi ir pela primeira vez na praia com meus familiares. Lembro-me bem de cada momento, o cheiro salgado do mar, a sensação de pisar na areia, o sol escaldante sobre minha cabeça e gritos e pulos de crianças que estavam dentro da água.
Ser “muleque” era demais, aprontava de tudo que é forma, pés e mãos como se fossem pássaros voando no céu, livres para imaginar coisas novas a fazer a qualquer momento.
O único problema é que o tempo passa e tudo isso vai ficando para trás, pois nada no mundo permanece da mesma forma, e é por isso que hoje consigo escrever o que estou escrevendo agora, pois me tornei um jovem com dezesseis anos, alto, com consciência e predestinado a ser um engenheiro.

Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16.



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