APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.


                         









Modalidade: dissertação argumentativa
Raciocínio hipotético-dedutivo
Tema: O Brasil será um país feliz se...


Título: Brasil, infeliz para todos




O Brasil é o país da alegria, do carnaval, da miscigenação e da biodiversidade. Mas será que com esses fatores, aqui é um lugar onde se vive feliz?
Por trás de todas essas características, existem outras que impedem que o brasileiro viva feliz. A felicidade não será alcançada se o brasileiro continuar se aprofundando no consumismo sem buscar sua realização pessoal através das relações sociais e, consequentemente, evoluir como cidadão.
Entretanto, para que isso ocorra, as pessoas devem promover o coletivismo, aprendendo e disseminando o respeito, a tolerância e a honestidade. Tudo isso fará com que o país se torne um lugar agradável e justo se cada cidadão trabalhar em conjunto pelo bem estar da população.
A sociedade indígena é um exemplo, pois se estabelece por meio de tarefas de aprendizado mútuo. O sociólogo Darcy Ribeiro defendia que a coletividade observada nas relações entre os índios está fundamentada no auxílio, no respeito e na tolerância com o próximo. Ou seja, não existe o individualismo, que torna a felicidade um desejo inalcançável no Brasil. Apesar disso, o nosso país está distante da felicidade plena, pois é o 25.º mais feliz segundo a ONU. Essa estatística é avaliada através do FIB (índice de Felicidade Bruta), que mede a distribuição de riquezas, ausência de corrupção e respeito ao meio ambiente, pois tais fatores, como se sabe, não são respeitados devidamente.
O brasileiro deve compreender que a nossa felicidade está ligada com a do próximo. O bem estar social que desejamos é o que devemos assegurar para que o mesmo aconteça com os nossos semelhantes, melhorando o presente para sermos felizes no futuro.

Aluno: Otávio Santos, 17.







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