Modalidade: Dissertação Argumentativa
Tema: Testamento vital
A expectativa de vida aumentou nos países desenvolvidos e emergentes como o Brasil. E com isso, deve-se mudar a forma de discutir a morte, criando novos artifícios como o testamento vital, que erroneamente possibilita pôr fim à vida.
No caso de alguma doença terminal, o paciente poderá recorrer a esse testamento, que consiste em declarar se utilizará ou não os aparelhos e medicamentos que evitariam a morte, em situações, principalmente, como o câncer ou qualquer outra doença degenerativa. Esse recurso é chamado de ortotanásia e é uma forma duvidosa de decidir sobre o próprio destino na decorrência de uma enfermidade grave.
Entretanto, a vida deve ser preservada a qualquer custo, pois mesmo no estado terminal ou vegetativo, qualquer paciente estará vivo até a última manifestação do seu corpo. Então, não é necessário predestinar o fim, pois a medicina se desenvolve para prolongar a expectativa de vida e reduzir a mortalidade.
Na metade do século XX, o Código de Ética Médica no Brasil estabelecia que o médico deveria usar todos os recursos possíveis para aliviar o sofrimento do doente. Mesmo em casos como o câncer, não haveria razões para que hoje fosse diferente. E para isso, a modernidade desenvolve técnicas e fórmulas medicinais para manter uma pessoa viva. Por essa causa, esses artifícios devem ser usados.
Não é comprovado, ao certo, a finalidade humana nesse mundo, onde a vida é, indiscutivelmente, o maior bem que possuímos. Portanto, é necessário utilizar todos os recursos médicos possíveis para ajudar o corpo a sustentar nossa existência.
Aluno: Otávio Santos, 18.
TESTAMENTO PARA A MORTE
Postado por Denise de Oliveira Bertolino Braido
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