APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

SUICÍDIO


Modalidade: dissertação argumentativa
Método: dedutivo - Análise de causas e consequências próximas e remotas.
Tema: Desequilíbrio ecológico




Após a Revolução Industrial, iniciou-se uma frenética busca pelo desenvolvimento e pela produção em massa, implicando em uma grande pressão sobre os recursos naturais, que perdura até hoje. Isso está acarretando graves problemas para o planeta, como o desequilíbrio ecológico causado pelo homem. Ainda assim, é necessário que se perceba que o desenvolvimento sustentável é viável e possível.
O desequilíbrio ecológico, fruto do desmatamento, poluição, matanças de animais, entre outros, é visto por muitas pessoas como uma mera consequência do desenvolvimento industrial. Muitos entendem que esse desequilíbrio não acarreta consequências graves para o homem. Contudo, ao longo do tempo, elas serão catastróficas. A poluição dos rios poderá acabar com o estoque de água potável, enquanto o desmatamento e a poluição do ar diminuirão a quantidade de oxigênio disponível. Ou seja, as pessoas estão trocando um futuro saudável por dinheiro.
Ainda assim, estudos mostram que a indústria começou a pensar no futuro. Vários setores industriais brasileiros, como o metalúrgico, automotivo, de papel mostraram um grande avanço nas últimas décadas na questão do desenvolvimento sustentável. Todo papel celulose vem de florestas plantadas, por exemplo. Hoje, existem vários investimentos no setor energético, para se descobrir fontes alternativas de energia não poluente. Ou seja, existe uma preocupação com o meio ambiente. O setor sucroenergético, por exemplo, mostrou que o desenvolvimento sustentável é possível, pois passou a produzir a própria energia, diminuindo gastos e minimizando danos ambientais.
A tecnologia pode, e está sendo usada para o benefício do meio ambiente. Buscam-se soluções para diminuir a emissão de gás carbônico e também diminuir os danos à camada de ozônio. Tenta-se minimizar o desequilíbrio ecológico para garantir um futuro para as próximas gerações.
Mesmo com todos os esforços, o planeta está sendo pressionado. O desenvolvimento econômico baseado nos recursos naturais não possui sentido. Destruir aquilo que mantém a vida no planeta por dinheiro é irracional e, se essa consciência não mudar, logo as pessoas descobrirão que não se pode comer dinheiro.

Aluno: Guilherme Polizel, 17.

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