APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

A FERA DEVE PERMANECER PRESA

Modalidade: dissertação argumentativa

Tema: Liberação da Maconha



A liberação das drogas vem, por muito tempo, sendo exigida, principalmente por jovens, como os da geração de Woodstock, da década de 60. A maconha talvez seja uma das mais calorosamente defendidas, devido aos seus efeitos relaxantes e até mesmo considerados terapêuticos. Mas pesquisas recentes provam que seu uso é tão danoso ao organismo quanto o das outras drogas; logo, sua legalização não pode acontecer tão cedo.
Apesar dos momentos de prazer que proporciona, a maconha diminui progressivamente a qualidade de vida de quem a usa. Ela afeta as sinapses, comunicações entre neurônios, reduzindo, em média, 8 pontos de QI de seus usuários, que também apresentam problemas de memória em 60% dos casos. Por isso, não seria correto permitir o livre comércio de algo que prejudica os humanos dessa forma.
Há, no entanto, aqueles que acreditam que a maconha tenha os mesmos efeitos das outras drogas legais, como álcool ou tabaco. Assim, competiria a cada um decidir se deseja usar a droga, mesmo sabendo dos seus males. O problema é que as sinapses comprometidas pela maconha não se reconstituem com o tempo, diferentemente do álcool e do cigarro que, quando cortados da rotina, tendem a ter seus efeitos atenuados. Logo, por provocar danos permanentes, ela não deveria ser legalizada.
O uso da maconha também está ligado a doenças mais graves. Usuários têm duas vezes mais chances de desenvolver depressão e quase quatro vezes mais chances de ter esquizofrenia. Para evitar esses problemas, a única solução é não usar a droga, já que não há cura para danos neurológicos desse tipo. A proibição de seu comércio é, assim, a melhor e talvez a única maneira de evitar todos os transtornos causados por essa erva maldita.
A maconha prejudica a vida do usuário, sua família e toda a sociedade à sua volta, devido ao tráfico. Proibida, há menores chances de que as pessoas venham a consumi-la, e essa é a única forma de evitar que ela leve à ruína a vida de muitos brasileiros.


Aluno: Rafael Lameiro, 17.

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