Modalidade: dissertação argumentativa
Tema: Liberação da Maconha
A liberação das drogas vem, por muito tempo, sendo exigida,
principalmente por jovens, como os da geração de Woodstock, da década de 60. A maconha talvez seja uma
das mais calorosamente defendidas, devido aos seus efeitos relaxantes e até
mesmo considerados terapêuticos. Mas pesquisas recentes provam que seu uso é
tão danoso ao organismo quanto o das outras drogas; logo, sua legalização não
pode acontecer tão cedo.
Apesar dos momentos de prazer que proporciona, a maconha diminui
progressivamente a qualidade de vida de quem a usa. Ela afeta as sinapses,
comunicações entre neurônios, reduzindo, em média, 8 pontos de QI de seus
usuários, que também apresentam problemas de memória em 60% dos casos. Por
isso, não seria correto permitir o livre comércio de algo que prejudica os
humanos dessa forma.
Há, no entanto, aqueles que acreditam que a maconha tenha os mesmos
efeitos das outras drogas legais, como álcool ou tabaco. Assim, competiria a
cada um decidir se deseja usar a droga, mesmo sabendo dos seus males. O problema
é que as sinapses comprometidas pela maconha não se reconstituem com o tempo,
diferentemente do álcool e do cigarro que, quando cortados da rotina, tendem a
ter seus efeitos atenuados. Logo, por provocar danos permanentes, ela não
deveria ser legalizada.
O uso da maconha também está ligado a doenças mais graves. Usuários têm
duas vezes mais chances de desenvolver depressão e quase quatro vezes mais
chances de ter esquizofrenia. Para evitar esses problemas, a única solução é
não usar a droga, já que não há cura para danos neurológicos desse tipo. A
proibição de seu comércio é, assim, a melhor e talvez a única maneira de evitar
todos os transtornos causados por essa erva maldita.
A maconha prejudica a vida do usuário, sua família e toda a sociedade à
sua volta, devido ao tráfico. Proibida, há menores chances de que as pessoas
venham a consumi-la, e essa é a única forma de evitar que ela leve à ruína a
vida de muitos brasileiros.
Aluno: Rafael Lameiro, 17.

0 comentários:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.