Modalidade: dissertação argumentativa
Tema: “Quem, ao julgar, baseia-se numa vivência ou numa
experiência pessoal, dificilmente confunde crítica com preconceito.”
A distinção
entre crítica e preconceito pode ser feita pela vivência, isto é, conhecer cada
etnia, cultura, língua, acontecimentos de mundo podem garantir isso. Mas, não
depende apenas do viver como também, de forma crucial, de estudar e analisar os
fatos para que se possa fazer a diferenciação entre esses dois conceitos de
forma racional.
As pessoas que
vivem em diversos lugares e que experimentam de tudo, têm uma maior
probabilidade de serem mais racionais em relação a outros indivíduos, pois elas
adquirem um grande conhecimento de mundo e, assim, são capazes de saber o que é
considerado uma crítica e o que é
preconceito. Mas, esse saber distinto não envolve apenas a vivência e, sim, os
estudos.
Ter um
profundo conhecimento das coisas e um estudo mais detalhado, garante aos indivíduos
de uma sociedade entender melhor como fazer uma análise em vez de um
julgamento, principalmente em relação a assuntos muito polêmicos como
homossexualismo, racismo, diferenças sociais, entre outros.
Um bom exemplo
disso pode-se destacar no período do Pré-modernismo com o literato Monteiro
Lobato, um escritor culto que mostra a atitude das pessoas daquela época que
eram intolerantes com o negro, por terem sido subjugados, em grande parte da
história, à escravidão. Essas informações estão bem destacadas no seu livro
“Negrinha”, uma obra de tese sobre o preconceito contra o povo negro.
Logo, para que
uma pessoa não seja ignorante ao ponto de ser preconceituosa em relação aos
outros, ela deve ter um conhecimento prévio dos assuntos para que possa ser
mais racional e agir de forma correta.
Aluno: Pedro
C. de Nadai, 17.
15/05/13

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