APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

CARTA A AMIGO

Modalidade: carta a amigo

Assunto: comunicação extraterrestre


Olímpia, 03 de julho de 2013


Querido João Pedro,


Ao ler a matéria da “Superinteressante” sobre como se comunicar com alienígenas, pensei em uma maneira eficiente que poderá funcionar se for feita corretamente. É por isso que estou lhe apresentando os meus estudos e testes de comunicação intergalática que será feita pela emissão de ondas eletromagnéticas que se convertem em sons.
Primeiro, penso que, se existir vida inteligente fora da Terra, estes seres desconhecidos serão compostos de ouvidos, olhos, bocas e outras características semelhantes à nossa. Assim, se eles possuem ouvidos, também possuirão uma língua e se comunicarão por sons. É por isso que digo que a melhor opção de comunicação com os alienígenas é pelas ondas sonoras.
O problema é que tipo de som transmitir. Imaginei algo como montar uma frase de simples comunicação, usando uma sequência de sons de várias pessoas com timbres diferentes, assim haverá palavras que serão ditas com uma voz mais aguda e outras mais graves para fazer com que os seres extraterrestres prestem atenção na frase e, principalmente, nas palavras graves.
Sugiro a você o texto: “Seres extraterrestres, não sabemos se vocês são do bem ou do mal. Vindos de outro planeta, não os conhecemos, mas faço-lhes um convite para conhecer a raça humana na Terra.” E nesse texto, pensei em deixar as palavras: “extraterrestres”, “vindos”, “à” e “Terra” com o tom grave. Assim, os alienígenas, como uma raça inteligente, perceberão uma diferenciação no tom de voz e formularão outra frase com maior entendimento: “Extraterrestres, bem-vindos à Terra”.
Logo, é essa a maneira como pretendo me comunicar com os extraterrestres. Pode até ser uma tentativa pouco provável por ser algo que nunca foi testado, mas foi a única maneira que consegui criar e espero que funcione.
Um grande abraço,


                                                                             ____________________________

Aluno: Pedro C. de Nadai, 17.

03/07/2013.

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