Modalidade:
artigo de opinião
Assunto:
saneamento básico
Nosso
país, sendo a 7ª. Economia do mundo e possuindo um IDH 8,0 considerado alto,
continua sofrendo um constante problema social: a falta de saneamento básico.
Uma questão elementar na vida das pessoas, principalmente das que mais sofrem
com sua falta, como a classe baixa de pequenas e grandes cidades.
Segundo
dados do IBGE, a rede de esgoto em domicílios no país passou de 33,55% em 2000
para 45,7% em 2009, um avanço que, embora positivo, não soluciona o problema,
pois a maioria desses esgotos tratados está presente nas áreas de maior porte,
que concentram mais população. Dessa forma, regiões menos populosas, como
municípios do norte e nordeste e regiões de médio porte, como Teresópolis, no
Rio de Janeiro, não possuem rede de esgoto, precisando usar métodos alternativos
que podem ser prejudiciais ao meio-ambiente, como a formação de lixões, despejo
do lixo diretamente nos rios e construção de fossas sépticas.
Logo,
o território brasileiro só alcançará a distribuição de recursos para todos, se
os nossos governantes atentarem mais para a saúde e para a necessidade da
população mais prejudicada, pois com saneamento básico e tratamento de esgoto
em regiões mais pobres, reduzirá a mortalidade infantil, a incidência de
doenças infecciosas e parasitárias e a melhora na qualidade de vida. Para que o
Brasil se torne, verdadeiramente, um país limpo, antes tem que ter um governo
limpo.
Aluno:
Pedro C. de Nadai, 17.
Data:
03/06/2013.

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