APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

BRASIL, UM PAÍS AINDA SUJO



Modalidade: artigo de opinião
Assunto: saneamento básico




Nosso país, sendo a 7ª. Economia do mundo e possuindo um IDH 8,0 considerado alto, continua sofrendo um constante problema social: a falta de saneamento básico. Uma questão elementar na vida das pessoas, principalmente das que mais sofrem com sua falta, como a classe baixa de pequenas e grandes cidades.
Segundo dados do IBGE, a rede de esgoto em domicílios no país passou de 33,55% em 2000 para 45,7% em 2009, um avanço que, embora positivo, não soluciona o problema, pois a maioria desses esgotos tratados está presente nas áreas de maior porte, que concentram mais população. Dessa forma, regiões menos populosas, como municípios do norte e nordeste e regiões de médio porte, como Teresópolis, no Rio de Janeiro, não possuem rede de esgoto, precisando usar métodos alternativos que podem ser prejudiciais ao meio-ambiente, como a formação de lixões, despejo do lixo diretamente nos rios e construção de fossas sépticas.
Logo, o território brasileiro só alcançará a distribuição de recursos para todos, se os nossos governantes atentarem mais para a saúde e para a necessidade da população mais prejudicada, pois com saneamento básico e tratamento de esgoto em regiões mais pobres, reduzirá a mortalidade infantil, a incidência de doenças infecciosas e parasitárias e a melhora na qualidade de vida. Para que o Brasil se torne, verdadeiramente, um país limpo, antes tem que ter um governo limpo.

Aluno: Pedro C. de Nadai, 17.


Data: 03/06/2013.                             

0 comentários:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.