APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

PENA DE MORTE: SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS?

Modalidade: dissertação argumentativa
Tema: A pena de morte é necessária para estabelecer o bem-estar e a paz social.



            Algo muito discutido em muitos países é em relação à pena de morte e prisão perpétua. Muitos são a favor de que as duas existam, enquanto outros julgam que somente a prisão perpétua deva existir. Mas, as duas formas de punição têm aspectos discutíveis.
            De acordo com uma pesquisa do IBOPE, 49% da população do Brasil é a favor da implantação da pena de morte e 69% a favor da prisão perpétua. Esses 49% que acham que a implantação da pena capital devia ocorrer, pensam que isso faria com que a criminalidade diminuísse e que melhoraria o bem-estar da sociedade. Já os 69% que querem a prisão perpétua, consideram que é um meio eficiente e que, se houver erro no julgamento, é possível corrigi-lo libertando o inocente, o que seria impossível se ele estivesse morto.
            Entretanto, estudos comprovam que nos países onde há a pena de morte não houve diminuição da violência, muito pelo contrário, houve um aumento. Sem contar que a execução é bem mais cara do que o encarceramento dos acusados. Países que possuíam pena de morte, após extingui-la tiveram diminuição da criminalidade, o que prova que pena de morte não é um plano preventivo eficiente à violência. Além disso, esse método é visto como extremamente cruel por diversas pessoas.
            Então, aqueles que pensam que pena de morte reduz a violência, tiraram essa informação sem se basearem em dados estatísticos. Tendo isso em vista, a pena capital não seria capaz de trazer bem-estar e paz social, mas sim, piorar ainda mais a situação. Por isso que o Brasil não deve adotá-la, principalmente, pelo fato de o país ter um sistema judiciário muito lento.


Aluna: Drielly Quitakava Ferreira da Silva, 17. (3º. Colegial).
Data: 29/08/2014


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