APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

Sonhar, fazer acontecer

Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo — contra-argumentação
Tema: O que prevalece: sonho ou realidade?


O primeiro passo para tornar um sonho realidade é sonhar, desejar. Tão importante quanto o primeiro passo, os restantes, que o levarão até o final da estrada, estão vinculados à determinação, perseverança e a fatores externos, que podem estar a favor ou contra o objetivo em questão.
Sonhar e fazer acontecer são duas etapas distintas que, se completadas, implicam uma transformação, que é diretamente proporcional à grandeza do sonho. Assim, torna-se fácil entender a importância de tal processo, uma vez que é por meio dele que as sociedades evoluem, pois se ninguém tivesse sonhado em voar, por exemplo, ainda o homem não conheceria o céu.
No entanto, apenas sonhar não basta, é preciso completar o trajeto e tornar o sonho realidade. Esta fase do processo depende do empenho pessoal, que muitas vezes o torna desgastante conforme o tempo passa. Por isso, sem perseverança para seguir em frente, não é possível alcançar o objetivo.
Fatores externos, como política de governo nacional, renda pessoal ou mesmo cenário desfavorável à mudança, podem representar obstáculos; porém, devem ser tratados, para sua vitória, como sonhos menores, partes isoladas de um objetivo que devem ser vencidas.
Portanto, para a concretização de um sonho, é preciso lembrar das etapas: sonhar e tornar realidade, pois é preciso fazer com que aquilo que acontece no mundo das idéias passe para a realidade e, assim, transforme o meio desejado.



Diego Castro, 20.


Proposta: Escrita automática
Modalidade: prosa – texto cômico
Motes: “Atenção! O luar está filmando...”;
“Uma senhora gorda com seu chapéu de plumas”
E “Altas horas, um bêbado passa cantando”.


Título: De volta para casa

Estava ele, João Raimundo, olhando para a lua, em uma daquelas noites em que já tinha caído na manguaça. Raimundo saiu perambulando pelas ruas da cidade, cantando, chutou um gato, caiu na sarjeta.
Ele estava tão bêbado, que chegou a um poste e começou a bater palmas como se estivesse chamando alguém. Ao mesmo tempo, passava uma senhora gorda com um chapéu de plumas. Acabara de sair de um forró e estava mais bêbada que Raimundo.
Essa senhora se deparou com aquele homem e resolveu ajudar. Chegou ao Raimundo e disse:
-- O moço, o senhor não está vendo que não tem ninguém em casa?
E Raimundo, já cansado de bater palmas, disse:
-- Mas como não? A luz está acesa!

Otávio Santos, 15.

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