APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

ARQUIPÉLAGO HUMANO

Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo
Tema: Nenhum homem é uma ilha



O homem, assim como qualquer outro animal, tem o instinto de viver em grupo, em que pessoas, a partir de suas habilidades individuais, cooperam para o desenvolvimento desse grupo em que vivem. Atualmente, com a globalização, esses grupos sociais estão muito mais unidos e, dessa união, surgem blocos poderosos. Isolar-se da sociedade causa a estagnação do homem como parte do meio em que vive, e esse homem nunca será autossuficiente em suas necessidades.
Um indivíduo que se fizer só, em seus limites de conhecimento e anatomia, não conseguirá, por mais que se especialize em suas habilidades, ter chances de se realizar pessoal e profissionalmente. Enquanto o isolamento deixa a pessoa limitada, a união pode mover os desejos mais oníricos, como revoluções, tais quais a Industrial ou a Francesa.
Alguns países que, mesmo após o fim da União Soviética, se mantiveram no sistema socialista, se segregaram do resto do mundo por orgulho ou ideologia de seus líderes, e só agora cederam ao peso do isolamento. A China, que hoje detém o maior crescimento anual do mundo, abriu-se economicamente quando não suportou os limites do isolamento. Cuba, o mais sólido e fechado socialista, mais recentemente reiniciou suas relações com os Estados Unidos após anos de bloqueio, evidenciando a necessidade de integração.
O instinto humano de viver em sociedade moveu revoluções e gerou desenvolvimento. Não podemos considerar nem em imaginação um mundo em que cada pessoa viva para o seu próprio ser, pois isso levaria à extinção do homem. Por mais que possamos ser teimosos em nos abrir, cedo ou tarde cederemos. Afinal, no mar as ilhas quase sempre acabam formando arquipélagos.


Luís Henrique Tomazini Fossalussa, 18.










Proposta: Descrição de uma pessoa associada a fato engraçado
Modalidade: prosa
Tema: Foto 3x4.


Título: Somente de amostra


Em uma pequena vila onde um homem vivia debruçado em uma janela, curtia a preguiça e paquerava as moças. Como alguma moça gostaria de se casar com um homem que vivia exposto na janela como se fosse obra de arte? E de arte não tinha nada, somente trocava de roupa.
Um certo dia, uma rapariga desinformada da vida, se encantou pelo vagabundo. A moça, coitada, só pensava naquele ser debruçado na janela, que não saía dali, sempre na mesma pose.
Cansada de tanto sofrimento, a moça chegou perto da janela, e percebeu que era de vidro. Para surpresa da coitada, era um manequim.


Otávio Santos, 15.

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