Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo
Tema: Nenhum homem é uma ilha
Atualmente, o individualismo do ser humano é algo comum. O desenvolvimento tecnológico pode ser a causa desse egoísmo perante os demais. Viver na solidão é prejudicial e não faz bem às pessoas. O convívio é necessário para o desenvolvimento crítico, social e até psicológico.
As relações humanas se fazem necessárias, pois cada indivíduo procura o seu desenvolvimento com base no que está a sua volta. Se o convívio for com máquinas, possivelmente essa pessoa terá comportamentos semelhantes. Quanto mais procurarmos nos relacionar, vamos cada vez mais adquirindo capacidade para evoluir nossa fala, nossos movimentos e pensamentos. Mas, se nos isolarmos, começando a viver em um mundo só nosso, certamente estaremos mais vulneráveis a certos regressos mentais e até possíveis doenças ou sentimentos agudos como a depressão e o medo.
Existem pessoas cuja personalidade leva a viver em um mundo obscuro, fechado aos sentimentos e relacionamentos. Essas pessoas são consideradas autistas, pois desde crianças não conseguem se socializar, necessitando de muita atenção e sendo postas a tratamentos, pois adquirem maus hábitos como o de morder e agredir. Nessa doença, a preferência pela solidão é algo característico e deve ser tratada.
Viver isoladamente causa egoísmo no ser humano, deixando-o, portanto, cada vez mais individualista e egocêntrico. Seja por vontade própria ou por algum distúrbio, a solidão deve ser tratada. Uma pessoa não deve e não pode viver sozinha.
Juliane Silvestre, 18.
Proposta: descrição de ações mínimas
Modalidade: prosa descritiva
Tema: DESCRIÇÃO DE UM PRATO DE COMIDA
Título: ÚNICO
Percebo um cheiro familiar, massa de tomate e batata. Olho e vejo meu prato favorito. Nhoque.
A mesa de vidro sem toalha reflete o prato branco e liso, de forma totalmente circular, e os talheres, cor prata, garfo e faca.
A massa feita de batatas, cortada em bolinhas, está envolvida no molho de tomate, sendo que a combinação destes dois elementos dá origem a uma coloração avermelhada.
Estou com muita fome, e o fato de estar em frente ao prato do que mais gosto, me deixa ainda mais faminto.
Levo minhas mãos aos talheres, os meus braços tocam o vidro gelado e liso. Pego os talheres, ligeiramente gelados, e levo-os até o prato; o contato feito entre os dois dá origem a um barulho estridente.
Pego uma pequena quantidade da massa, ainda posso ver uma ligeira fumaça saindo do alimento.
Levo o garfo com a massa a caminho de minha boca. Ao tocá-la, o garfo, devido ao contato com a massa, fica morno, e sinto o mesmo na extremidade de minha boca ao despejar o alimento dentro da mesma. Rapidamente, me vem aquele gosto de que gosto tanto, molho de tomate com massa de batata, uma combinação perfeita... Salgado e quente, mastigo o alimento que é macio e pastoso, logo depois, engulo-o.
Após terminar de comer o alimento, sinto-me satisfeito e feliz, afinal o que senti foi único.
Henrique Afonso Garcia Buzo, 16.
O INDIVIDUALISMO NAS RELAÇÕES HUMANAS
Postado por Denise de Oliveira Bertolino Braido
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