APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

RECONHECIMENTO FEMININO EM SOCIEDADE MACHISTA

Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo
Tema: Salários altos e reconhecimento da sociedade geralmente não caracterizam profissões exercidas predominantemente por mulheres.



A população brasileira possui, em sua maioria, pessoas do sexo feminino. Apesar de serem cinco milhões a mais que os homens, as mulheres não possuem os mesmos direitos, pois são ofuscadas pela sombra de uma sociedade machista. Seja na política, ou na remuneração salarial, elas não são reconhecidas pelo esforço que exercem.
Desde a antiguidade, a mulher é vista como uma figura submissa aos interesses masculinos. Mesmo com o avanço de seus direitos, ainda há a herança do machismo. No trabalho, o comprometimento e o esforço não são reconhecidos da mesma maneira que de trabalhadores homens. Segundo um artigo escrito por Marta Suplicy, as mulheres recebem apenas 76% do salário de um homem para a mesma tarefa exercida. Essa diferença se acentua mais em trabalhos mais bem remunerados.
Na esfera política, a situação das mulheres está melhorando. Nas últimas eleições, mais cargos foram preenchidos por elas e até a presidência chegou às mãos femininas, ficando claro que houve um aumento da confiança em poder executar funções que são vistas pela sociedade como trabalho para homens. Por outro lado, a integração das mulheres na política não é tão relevante quando comparado ao percentual masculino que está nesse ramo. De acordo com uma matéria publicada na revista “Veja”, apenas 21% dos políticos da última eleição eram do sexo feminino.
O fato é que, apesar de haver uma parcela que ainda não possui total confiança em sua capacidade, a mulher já está se tornando mais independente e, consequentemente, lutando para mostrar que é tão capaz quanto os homens. Mesmo que seja devagar, seu reconhecimento aumenta na sociedade, na política e no trabalho.



Murilo Casagrande Gazzone, 17.





Proposta: texto em prosa – função conativa
Tema: “Por que devo ter senso crítico ao lidar com a publicidade


Título: NÃO COMPRE SÓ PORQUE É BONITO


Sabemos que o intuito da propaganda é o de convencer ou manipular o consumidor. Ela usa elementos que fazem com que as pessoas se sintam admiradas ou comovidas com um produto.
Muito cuidado! Devemos usar nosso senso crítico, ou seja, “colocar na balança” o que há de bom e o que há de ruim. Muitas vezes os publicitários lançam mão de textos comoventes ou incentivadores com pessoas famosas ou animais selvagens para “fazer a cabeça” do consumidor.
A Parmalat usou, durante muito tempo, uma foto de criança vestida de leão com a caixa de leite no colo, tudo isso para que as mães sintam amor, carinho e comprem o leite.
Quem não tem senso crítico, se deixa “levar” pela propaganda do leite só porque a criança está feliz, assim como outras propagandas de outros produtos, como bebidas, cigarros, materiais para construção, etc.
O senso crítico é importante para não se influenciar apenas por aparência.


Guilherme M. T. Teodoro, 16.

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