Modalidade: Dissertação
Técnica: método dedutivo
Tema: O que você faz é uma gota no oceano, mas é isso que dá sentido a sua vida.
As frases usadas pelas campanhas sociais, como “faça uma boa ação pelo seu planeta”, levantam muitas perguntas negativas. Diversas pessoas se sentem obrigadas a fazer o bem devido à pressão da sociedade. A falta de conscientização de que a boa ação é benéfica, principalmente ao bem feitor, afasta a grande maioria. Os argumentos a seguir comprovam essas afirmações.
O primeiro argumento que revela o afastamento das pessoas é o sentimento da insignificância. Muitos deixam de praticar uma boa ação por pensar que ela não contribuirá significativamente no todo. Outro argumento é o questionamento do eu. A pergunta surge enquanto o ser humano age por pressão social, e não por satisfação própria. Dessa maneira, a infelicidade o impulsiona a cobrar das pessoas e dos países economicamente melhores atitudes que ele mesmo rejeita.
Contudo, a prática do bem enobrece o próprio ser. Várias qualidades são adquiridas após experiências como ajudar o próximo. Essas qualidades transportam o ser humano a um nível superior. Ele passa a ser desenvolvido no plano pessoal e integrado aos problemas socioeconômicos do país. Assim, o bem estar lhe proporciona estímulos a uma vida melhor, além de torná-lo experiente e preparado para as mais diversas situações.
Esses benefícios não ocorrem só para quem pratica a ação. Quem a recebe também goza deles, como por exemplo o plantio de uma árvore. Ele é vantajoso para ambos; enquanto os frutos podem ser colhidos, complementando a alimentação, também o oxigênio liberado pelo processo da fotossíntese é usado por todos os seres humanos.
Portanto, todos ganham com a prática de uma boa ação. O que falta é apenas a certeza de que ela não será em vão, mesmo que seja pequena. Pelo contrário, muitas vezes a pequena ação, somada com outras, possui a força de mudar o mundo.
Aluna: Letícia Franco, 17.
Proposta: descrição de ações mínimas
Modalidade: prosa descritiva
Tema: O ato acordar.
Título: Despertar
Ouço o barulho do meu celular. Que barulho desagradável! Ele significa que um novo dia começou. Toco nele quase inconsciente, em seus botões lisos e frios, e interrompo o barulho.
Tudo está embaçado, minha visão demora alguns segundos para se acostumar com a claridade que o novo dia me traz.
Sinto o cheiro de meu travesseiro, que é muito macio e agradável e, também, o cheiro de meu quarto, ao qual estou acostumado desde que nasci. Toco o lençol macio e gelado, por causa do ar condicionado. Retiro o lençol de meu corpo, sinto-o deslizando sobre a minha pele, um deslize macio e agradável.
Olho para o teto branco, e tomo coragem e saio da cama, e dou o começo ao meu novo dia. Toco o chão duro e frio e saio de casa.
Henrique Afonso Garcia Buzo, 16.
RECOMPENSA
Postado por Denise de Oliveira Bertolino Braido
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