APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

VENTOS DO CENTRO-OESTE

Proposta: Crônica a partir de palavra-tema
Modalidade: crônica dissertativa/jornalística
Tema: ventania


Tempestades, ventanias e furacões de impostos são emitidos da região de Brasília e afetam o Brasil inteiro todos os anos. O guarda-chuva que protege o bolso do trabalhador não é o suficiente para proteger um salário, fruto de um trabalho árduo durante um mês inteiro.
A previsão diz que esse mau tempo não é passageiro e a recomendação para prevenir o povo desse desastre econômico é evitar gastos, não sair de casa em dias de alta inflação e rezar para que a bolsa de valores fique em alta.
Esse tipo de efeito “meteroeconômico” está surgindo em vários países do mundo, principalmente na Europa, em países como a Grécia, Portugal, Itália e, assim como no Brasil, é causado pelo efeito estufa da inflação e da corrupção.


Aluno: Otávio Santos, 16.





Modalidade: dissertação argumentativa
Método indutivo
Técnica: argumentação por dados estatísticos
Tema: As mulheres vêm ganhando voz na sociedade



Título: As mulheres vão a Roma


Ao fazer uma análise dos últimos cinquenta anos, é possível perceber o crescimento da autonomia da mulher, tanto no mercado de trabalho, quanto no seu papel na estrutura familiar e em assuntos políticos. O fato é que a submissão e a passividade que caracterizavam o sexo feminino deram lugar a um sentimento de total independência e capacidade. As mulheres ganharam, finalmente, voz perante a sociedade.
Um exemplo disso é o quanto os maridos deixaram de influenciar nos votos de suas esposas em épocas de eleições. Segundo pesquisas explicitadas na revista “Veja”, em 43 anos o número de mulheres que não permitem o voto de cabresto familiar cresceu em 20% (1967-2010). Ao mesmo tempo, sua participação política na Câmara Federal subiu de 1,4% de cadeiras para 8,5%.
Tal avanço tem como possível fator o maior nível de escolaridade completa (concluído o ensino médio) das mulheres em relação aos homens – estes com 7,2% contra 11,1% daquelas – o que lhes traz um maior desenvolvimento intelectual e uma maior capacidade de argumentar. É notável, aliás, o grande número de redatoras que passaram a opinar nos jornais, sendo que na “Folha” houve um aumento de quase 13% em 43 anos. Paralelamente, as mulheres deixaram de ter sua principal fonte de prazer na maternidade e nos trabalhos domésticos.
Com tamanho avanço, não podemos, contudo, negar que ainda vivemos em uma sociedade machista. Porém, o simples fato de as mulheres estarem se sentindo cada vez menos dependentes e inferiores já é um grande passo. Elas descobriram, finalmente, que são tão capazes quanto o sexo oposto e a repercussão desta descoberta já nos é perceptível. Não há, a partir de agora, quem as impeça de progredir ruma à igualdade entre os sexos.

Raíssa A. Vieira, 16.

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