APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.


Proposta de Redação: criar um texto poético, com metáfora, a partir de um objeto do cotidiano.
Objeto: a bola.

Título: A bola de futebol

Noites e noites escondida e parada,
sai apenas ao nascer do dia,
o eufórico sol (a bola de futebol).
Neste momento agita e ilumina. No campo aberto,
a bola vai e volta, um sol que alegra a torcida,
mas que, ao se pôr, desanima a vida.

Pedro Cicilini de Nadai,16.



Modalidade: dissertação argumentativa
Método: dedutivo com contra-argumentação
Tema: Regulamentação das propagandas direcionadas a crianças

Título: Conflito de liberdades

Somos, todos os dias, bombardeados com propagandas de produtos dos mais variados tipos. As empresas fazem uso de músicas maçantes e cores chamativas para prender nossa atenção, sendo, muitas vezes, impossível não lembrar delas na hora de escolher o que comprar. A influência exercida pela propaganda representa um risco à saúde psicológica e física das pessoas e, em se tratando de crianças, o perigo é muito maior. É necessário que haja regras para regularizar a ação dos publicitários de empresas vendedoras de produtos infantis, principalmente.
Trata-se, aliás, de uma questão de segurança. Afinal, os pais, hoje em dia, trabalham e, por isso, não têm tempo para monitorar o que seus filhos veem na televisão o dia todo, ficando difícil saber se os produtos que seus filhos lhes pedem para comprar são saudáveis ou nocivos à saúde. Aproveitando-se disso, as grandes empresas e seus publicitários fazem propagandas enganosas, vendendo produtos cheios de conservantes, os quais comprometem a saúde, sem, no entanto, informar os ingredientes nas embalagens.
Além disso, utilizam estratégias para “cativar” as crianças. A Nestlé, por exemplo, faz uso de cores e jogos online para convencer as crianças de que seus produtos são melhores, deixando os pais sem escolha senão comprar o que lhes é pedido.
Um meio de solucionar tais problemas que vêm sendo discutido é a autorregulamentação, que consiste num sistema em que as próprias empresas criam regras de publicidade, obrigando os publicitários a informar os valores nutricionais e ingredientes, entre outras informações, em suas embalagens. Porém, trata-se de uma questão delicada: se, por um lado evita a intervenção do Estado na propaganda, garantindo a liberdade de expressão das empresas, por outro, abre brechas para que as indústrias burlem suas próprias regras e enganem os consumidores, atingindo os mais vulneráveis e cerceando a liberdade de escolha.
É necessário um sistema de vistoria para assegurar que as empresas sejam sinceras com seus consumidores. Mais importante que criar regras é obedecer às que já existem. Desse modo, poderemos comprar com consciência e segurança, tendo total controle de nossas escolhas.

Aluna: Raíssa A. Vieira, 17.

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