APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

CENSURA É VIOLÊNCIA


Modalidade: dissertação argumentativa
Tema: Censura




A censura é um artifício usado para omitir e reprimir termos de obras literárias, opiniões e manifestações. Utilizada de forma aterrorizante na ditadura, ainda é um meio que distorce e prejudica a liberdade de expressão, oprimindo novas ideias e pensamentos, tudo para controlar a população.
Essa opressão consiste em preservar uma ideologia de um sistema de governo ou a integridade de um grupo social. Através desse fundamento, o conservadorismo está diretamente ligado à censura e, para manter essa relação, os sistemas de governos autoritários utilizam a força e a violência para reprimir, principalmente, as críticas e os movimentos sociais.
Onde existe censura não existe liberdade. Assim, pensava a juventude da década de 70 no Brasil, diante da violência e da estagnação cultural promovidas pelo governo ditatorial. Indignados com aquela realidade, artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gal Costa e Tom Zé, reuniram-se para criar não só um movimento musical, como também revolucionário, o Tropicalismo. Essa manifestação atuou contra a censura e foi fortemente oprimida, acarretando a prisão e o exílio de vários músicos e escritores.
Isso é a prova de que a censura atrasa a idealização do progresso, retardando o desenvolvimento intelectual, cultural e o espírito crítico. Hoje, existem países, como Cuba, que reprimem qualquer tipo de manifestação. O que se observa, é que esse país está classificado como pobre e subdesenvolvido, isolado do mundo moderno e liberal.
Portanto, é necessário preservar o conceito de que com a censura não existe democracia e dessa forma, não há liberdade e progresso. O direito à livre expressão é o único modo para disseminar ideias, expor opiniões e gerar a concorrência, alavancando o desenvolvimento e promovendo a liberdade e a igualdade no país.

Aluno: Otávio Santos, 18.

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