APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA


Modalidade: dissertação argumentativa
Proposta: dissertação iniciada por plot narrativo
Tema: O consumo de drogas na adolescência


Bruno era um estudante do segundo ano do ensino médio, que vem de uma família estruturada de classe alta. Após atingir 16 anos, fez novas amizades e começou a frequentar más festas e lugares não tão amigáveis. Para deixá-las mais “legais”, ele começou a usar certas drogas, inofensivas, segundo ele. Alguns meses depois, o garoto não conseguiu passar nem mais um dia sem consumir cocaína. Certa vez, após comprar alguns gramas dessa droga, foi parado pela polícia e preso.
Esta é uma situação muito comum no Brasil. Os jovens buscam drogas por diversos motivos independentemente de sua classe social. Um deles é a pressão familiar com os estudos e atividades extracurriculares, ou seja, a exigência excessiva que recai sobre eles. Quando isso ocorre, esse jovem passa a buscar um meio de fugir dessa realidade, e isso é encontrado nas drogas. Aliado a isso, vem também a falta de diálogo entre pais e filhos, pois isso poderia alertá-los, tanto os pais, sobre a situação dos filhos, como o jovem, sobre os malefícios das drogas.
Outra coisa são as amizades feitas em festas, bares etc. Muitos jovens experimentam substâncias químicas porque esses seus amigos usam, e eles não querem ficar fora do grupo e, assim, acabam se tornando dependentes. Os pais devem criar um filho que tenha valores, convicção e uma mente formada, que não possa ser influenciada por más pessoas.
Felizmente, em alguns casos é possível recuperar o adolescente. No caso de Bruno, seus pais o colocaram numa clínica de reabilitação e, após muita luta, ele conseguiu se livrar das drogas e entendeu que aquela não era a vida que ele desejava para si. E percebeu que o problema das drogas poderia ser mais bem administrado no país se fosse tratado como uma questão de saúde pública, e não de prisão.

Aluno: Guilherme Polizel, 16.









Tema: Narração desenvolvida a partir de trecho de “Histórias de cronópios e de famas” de Júlio Cortázar


Título: Lenhador sem lenha e botânica sem flor



Em uma grande floresta cheia de animais, flores, insetos, plantas e rios, viviam dois rapazes: um chamado Fama, conhecido por ter um desejo incalculável de derrubar árvores e o outro chamado Cronópio, que vivia em intensa harmonia com a natureza, terra e, principalmente, as flores.
Cronópio era um rapaz de altura mediana, sem força e com muita alegria. Tinha uma fisionomia magnífica, com um rosto liso e bem cuidado, olhos brilhantes e um perfume com aroma das flores. Já Fama era diferente, era alto, forte e pragmático com uma fisionomia amedrontadora, o rosto desgastado cheio de rugas e a boca toda rachada por causa do sol.
Fama era um homem que exercia a função de lenhador, sempre entrando em conflitos com Cronópio, um botânico.
Fama destruía toda a natureza, fazendo com que Cronópio ficasse descontente com ele, precisando sempre discutir ou até brigar por uma solução.
Isso se repetia toda vez durante o ano todo, era uma rotina inquebrável. Mas, em uma bela tarde de um domingo, os dois pararam e perceberam um impasse, não havia mais árvores para derrubar e todas as flores já estavam cansadas de conversar.
Sem solução para tamanho problema, os dois decidem ter uma conversa. Rapidamente, Fama pergunta para seu amigo:
_ E agora, o que faremos?
_ Não sei, a única coisa que eu sei fazer é estudar a natureza.
_ Eu também, vivia me alegrando derrubando árvores, mas agora tudo se foi.
Os dois estavam desesperados e ficando loucos, pois não sabiam o que fazer. Passaram a viver como fogo sem chama e rio sem água, não tendo o que fazer e vivendo de forma monótona e estática.
Então, os dois, indecisos sobre o que fazer, decidem parar com a profissão e buscar algo novo, que traga outros benefícios, tornando-se preservadores da natureza.

Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16.


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