Modalidade: dissertação
argumentativa
Método:
dedutivo/ contra-argumentação
Tema: Os valores morais e sua importância na sociedade
Desde o início da vida, ensina-se o que é certo e errado. Então, a partir
disso, são reproduzidos, pelas pessoas, os valores que a elas são ensinados.
“Valor moral” pode ser entendido como “respeito à vida”, não apenas à
individual, mas à coletiva, visto que tal princípio tem o objetivo de
equilibrar o funcionamento social.
Alguns valores como honestidade, seriedade, liberdade de expressão e
respeito, são primordiais em uma sociedade, servindo como suporte para a
organização e distribuição da dignidade humana. E quando essa é alcançada com
êxito, os valores trazem consigo benefícios sociais, que são: saúde, educação,
segurança, salário justo, saneamento básico, e outros feitos relacionados à
população. Todavia, a falta desses códigos pode ocasionar uma desestabilização
urbana, causando o desgosto de parte populacional.
Desgosto esse que se manifesta por meio da insatisfação, falta de ordem
nas ruas, violência, e outras consequências da falha no sistema moral.
Juntamente a isso, os benefícios se converteriam em malefícios, e esses
destruiriam a idealização de justiça, liberdade e respeito ao próximo. Por essa
razão, os princípios de cidadania devem ser mantidos intactos, sem alterações
em seus amplos sentidos.
O que é visto nos dias atuais, são pessoas que seguem seus códigos à
risca, e as que agem com a falta deles. Por exemplo, um cidadão de boa conduta,
que se porta de maneira adequada: não prejudica o próximo, não rouba, não mata;
usa seus valores onde estiver. E em contraste, pessoas que praticam a
indecência. Matam, roubam, espalham o vandalismo pelas cidades, e ainda culpam
o governo pelo caos. Por isso, deve haver uma conciliação entre ações
governamentais e sociedade. O primeiro
proporcionaria recursos para manter os benefícios; os segundos teriam obrigação
de manter os valores éticos.
Por meio dessa relação, haveria estabilidade na vida grupal. E, enfim,
seria entendido que os valores refletem-se em atitudes, assim como disse
Einstein, “não procure ser um homem com êxito, e sim um homem de valores”. Isso
é importante, saber agir, conduzir e refletir.
Modalidade:
narração
Proposta:
Narrativa Lírico-amorosa com final surpreendente – a partir do poema “Serenata
Sintética” de Cassiano Ricardo
Título: O amor traiçoeiro
Era 9/07/2013, o dia do nosso casamento. Em um sábado bem de manhã,
acordo às 7h30 para dar um abraço e um beijo repleto de amor em Marina. Depois de
nos parabenizarmos, vou para a cozinha comer para, em seguida, ir trabalhar.
Mas, antes de ir, deixo um recado na sua porta para que você possa ler e
refletir sobre esse dia, Marina.
Quando são 8h15, vou trabalhar, enquanto Marina fica em casa, pois ela
estava de folga.
O dia estava muito lindo, como nenhum outro. O sol radiante e bem
amarelado, o céu azul, claro e limpo e o som do ambiente com cantos de
pássaros, conversa de pessoas, carros circulando de um lado para o outro e o
barulho de obras sendo realizadas.
O dia perfeito, o melhor de todos. Penso em fazer uma surpresa para
Marina, então compro um buquê de flores e uma caixa de bombons.
Às 8 horas da noite, saio do trabalho e vou direto pra casa presentear
minha amada. Mas, percebi que aquela noite estava diferente. Não estava como as
outras noites, silenciosas e claras, porém era uma noite sinistra, com barulhos
de um lado para o outro de gatos, cachorros e o vento.
Comecei a me assustar, olhei para o céu e vi que a imensa bola branca
estava uma lua morta. Algo anormal, jamais visto. Outra coisa que me assustou
foi ver que as ruas estavam como ruas tortas, que poderiam enganar o caminho de
alguém facilmente.
Mas, depois de passar por esses apertos, finalmente cheguei em casa. Percebo que
Marina está no quarto, pois a casa estava toda apagada. Vou em silêncio até o
quarto para que ela não me escute. A porta estava fechada. Isso era estranho,
pois ela nunca fechava a porta. Mas, querendo fazer uma surpresa, abro a porta
lentamente acendo a luz. Me deparo com algo que me dilacerou até a alma, uma
coisa que nenhum ser humano espera, uma cena que destrói a pessoa em menos de
um minuto. Marina estava morta com uma faca cravada no peito e, ao redor, uma
grande poça de sangue.
Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16.

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