APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

VALORES VITAIS

Modalidade: dissertação argumentativa

Método: dedutivo/ contra-argumentação
Tema: Os valores morais e sua importância na sociedade



Desde o início da vida, ensina-se o que é certo e errado. Então, a partir disso, são reproduzidos, pelas pessoas, os valores que a elas são ensinados. “Valor moral” pode ser entendido como “respeito à vida”, não apenas à individual, mas à coletiva, visto que tal princípio tem o objetivo de equilibrar o funcionamento social.
Alguns valores como honestidade, seriedade, liberdade de expressão e respeito, são primordiais em uma sociedade, servindo como suporte para a organização e distribuição da dignidade humana. E quando essa é alcançada com êxito, os valores trazem consigo benefícios sociais, que são: saúde, educação, segurança, salário justo, saneamento básico, e outros feitos relacionados à população. Todavia, a falta desses códigos pode ocasionar uma desestabilização urbana, causando o desgosto de parte populacional.
Desgosto esse que se manifesta por meio da insatisfação, falta de ordem nas ruas, violência, e outras consequências da falha no sistema moral. Juntamente a isso, os benefícios se converteriam em malefícios, e esses destruiriam a idealização de justiça, liberdade e respeito ao próximo. Por essa razão, os princípios de cidadania devem ser mantidos intactos, sem alterações em seus amplos sentidos.
O que é visto nos dias atuais, são pessoas que seguem seus códigos à risca, e as que agem com a falta deles. Por exemplo, um cidadão de boa conduta, que se porta de maneira adequada: não prejudica o próximo, não rouba, não mata; usa seus valores onde estiver. E em contraste, pessoas que praticam a indecência. Matam, roubam, espalham o vandalismo pelas cidades, e ainda culpam o governo pelo caos. Por isso, deve haver uma conciliação entre ações governamentais e  sociedade. O primeiro proporcionaria recursos para manter os benefícios; os segundos teriam obrigação de manter os valores éticos.
Por meio dessa relação, haveria estabilidade na vida grupal. E, enfim, seria entendido que os valores refletem-se em atitudes, assim como disse Einstein, “não procure ser um homem com êxito, e sim um homem de valores”. Isso é importante, saber agir, conduzir e refletir.

Aluna: Lara Júlia Kitagawa, 17 anos.

























Modalidade: narração
Proposta: Narrativa Lírico-amorosa com final surpreendente – a partir do poema “Serenata Sintética” de Cassiano Ricardo

Título: O amor traiçoeiro


Era 9/07/2013, o dia do nosso casamento. Em um sábado bem de manhã, acordo às 7h30 para dar um abraço e um beijo repleto de amor em Marina. Depois de nos parabenizarmos, vou para a cozinha comer para, em seguida, ir trabalhar. Mas, antes de ir, deixo um recado na sua porta para que você possa ler e refletir sobre esse dia, Marina.
Quando são 8h15, vou trabalhar, enquanto Marina fica em casa, pois ela estava de folga.
O dia estava muito lindo, como nenhum outro. O sol radiante e bem amarelado, o céu azul, claro e limpo e o som do ambiente com cantos de pássaros, conversa de pessoas, carros circulando de um lado para o outro e o barulho de obras sendo realizadas.
O dia perfeito, o melhor de todos. Penso em fazer uma surpresa para Marina, então compro um buquê de flores e uma caixa de bombons.
Às 8 horas da noite, saio do trabalho e vou direto pra casa presentear minha amada. Mas, percebi que aquela noite estava diferente. Não estava como as outras noites, silenciosas e claras, porém era uma noite sinistra, com barulhos de um lado para o outro de gatos, cachorros e o vento.
Comecei a me assustar, olhei para o céu e vi que a imensa bola branca estava uma lua morta. Algo anormal, jamais visto. Outra coisa que me assustou foi ver que as ruas estavam como ruas tortas, que poderiam enganar o caminho de alguém facilmente.
Mas, depois de passar por esses apertos, finalmente cheguei em casa. Percebo que Marina está no quarto, pois a casa estava toda apagada. Vou em silêncio até o quarto para que ela não me escute. A porta estava fechada. Isso era estranho, pois ela nunca fechava a porta. Mas, querendo fazer uma surpresa, abro a porta lentamente acendo a luz. Me deparo com algo que me dilacerou até a alma, uma coisa que nenhum ser humano espera, uma cena que destrói a pessoa em menos de um minuto. Marina estava morta com uma faca cravada no peito e, ao redor, uma grande poça de sangue.



Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16. 

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