APROVADOS/2015

DRIELLY QUITAKAWA FERREIRA DA SILVA -

ENGENHARIA FLORESTAL - UEM/PR

EDSON PRANDINI JÚNIOR - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

SOFIA BEATRIZ PESSINI - FISIOTERAPIA - UFMS/MS

RAÍSSA A. VIEIRA - MEDICINA - UFU/MG - 1o. lugar
- USP/R.P. -70o./100.

AJUDA?


Tema: O importante não é dar o peixe, mas ensinar a pescar.
Modalidade: dissertação argumentativa.


Desde os primeiros passos do homem na Terra, ele só conseguiu evoluir quando impasses ou obstáculos apareceram. Assim, quando alguém encontra um dissabor em sua vida e nos pede ajuda, o certo é ensinar a solucionar o problema e não dar a solução pronta.
O fato de quando uma pessoa está frente a um problema e esse é resolvido sem qualquer esforço dela, é um incentivo ao comodismo. O que era uma situação incômoda que traria oportunidade de a pessoa evoluir, perde todo o seu valor e sua importância quando o outro resolve facilmente.
Entretanto, ensinar alguém sem lhe dar nenhum suporte é inútil. Nenhum aluno consegue entender a matéria se não tiver o material em mãos. Então, ao ensinar a pessoa, também devemos dar o peixe, porém que esse peixe seja algo que o incentive a progredir e não a ficar acomodado.
Se um mendigo receber alimento de graça, todos os dias, sem um mínimo de esforço, isso se tornará uma situação cômoda para ele. Agora, se ele receber o alimento somente se trabalhar o dia inteiro, ele aprenderá com seu próprio esforço.
No mundo, sempre existirão pessoas que necessitam de auxílio, e pessoas que podem ajudá-las. Cabe a elas ajudarem de um modo evolutivo, de forma que quem está em uma situação difícil, saia dela com o seu próprio esforço, para assim valorizar o que tem.

Aluno: Henrique Buzzo, 18.





Modalidade: Narração

Tema: Ressaca

Título: Festas, embora boas, são problemáticas



Em um belo domingo do mês de outubro, acordo com uma ressaca terrível, pois no sábado eu tinha ido a uma festa. Foi complicado até que eu abrisse meus olhos e me levantasse da cama, pois a dor de cabeça e o cansaço eram fortes. Depois de um tempo, eu consigo ficar de pé e vou direto para a cozinha fazer alguma coisa para comer, mas como eu estava com muita fome, preparei três ovos rapidamente.
Saciada minha fome, tomei um banho para tirar a tristeza e moleza do corpo.
Vou para meu quarto me trocar, mas ao bater o olho no relógio, me espantei ao ver que já eram 5 horas da tarde.
Eu tinha descontrolado meu tempo totalmente, precisava ajustar isso. Achei uma solução fácil para o problema, ir ver televisão até às 7 e voltar a dormir.
Ao dar o horário, me deito na cama novamente e paro para pensar. Festas são como mundos paralelos, pois ao entrar em uma, a pessoa foge da realidade e fica curtindo uma coisa incrível e incontrolável, em que o tempo passa sem perceber.
No outro dia, minha vida tinha voltado ao normal, acordando às 6h30 da amanhã para ir à escola. Foi nessa manhã que eu recebi a bronca da minha mãe:
_ Nunca mais volte para casa depois de uma festa às 8 horas da manhã, ouviu bem?
_ É claro que ouvi.
Espantei ao ouvir isso, pois eu não lembrava o horário em que eu tinha voltado. Fazendo as contas, eu tinha ficado 13 horas na festa.


Aluno: Pedro Cicilini de Nadai, 16. 





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